Polícia Nacional garante segurança para o desfile

Job Maza|
17 de Fevereiro, 2015

Fotografia: Paulino Damião

A Polícia Nacional reforçou o efectivo para o desfile do carnaval que se realiza hoje na Nova Marginal de Luanda.

O director provincial da Ordem Pública, superintendente-chefe Mateus André, destacou que o asseguramento do desfile é maior porque a polícia soube o número de grupos que vão participar no desfile e a dimensão da população que acorre para assistir ao evento.
Nos dias 14 e 15, a Polícia mobilizou 500 efectivos, disse superintendente-chefe, acrescentando que este número tende a aumentar para 2.000 agentes, dada a dimensão do desfile da Classe A. “Não queremos repetir os erros do passado. Portanto, elaborámos um plano tendo em conta os desfiles destas classes”, disse o superintendente-chefe. Para esta edição, a Polícia Nacional facilita a segurança estática, com agentes da ordem pública e de trânsito colocados nas vias principais, ruas adjacentes, rotundas e na Nova Marginal da Praia do Bispo. “Além disso, vamos patrulhar as áreas que estão fora do alcance da actividade, tidas como essenciais na vigilância e segurança do centro da cidade”, explicou.
Como nos anos anteriores, a Polícia conta com meios marítimos, apoio das forças da Marinha de Guerra de Angola e da Polícia de Protecção Marítima. “Estamos prontos, com meios aéreos e viaturas, para garantir o bem-estar de todos que forem para a Nova Marginal da Praia do Bispo”, sublinhou o superintendente-chefe Mateus André.
O intendente-chefe do posto de comando dos Serviços de Protecção Civil e Bombeiros (SNPCB), destacado na Nova Marginal, Pedro Bambe, disse ontem ao Jornal de Angola que para esta edição do Carnaval foram destacados 40 efectivos, entre oficias, chefes e agentes.
Os bombeiros têm disponíveis salva-vidas, viaturas de combate a incêndios, motorizadas e ambulâncias. No desfile da Classe C e B, não se registou nenhuma ocorrência, segundo o oficial da Polícia, porque “o trabalho preventivo foi bem feito.”
O chefe de Departamento do Instituto de Emergências Médicas (INEMA), Ezequiel Hichíca, disse que os serviços à disposição do público e de todos os que foram assistir ao Carnaval são de atendimento pré-hospitalar. “A ideia é fazer uma cobertura rápida para qualquer eventualidade”, garantiu. O responsável informou que no desfile de sábado, Classe C, e domingo, Classe B, o número de efectivos não foi tão elevado, tendo em conta o número de pessoas. Nestes dois dias trabalharam apenas dois médicos e 20 enfermeiros. “No sábado atendemos cinco pessoas, que se queixavam de dores musculares e dores de cabeça. No domingo, observámos duas pessoas com os mesmos sintomas, causado, em parte, pelo facto de permanecerem muito tempo de pé”, disse.

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