Produtores pedem mais intercâmbio

Roque Silva |
6 de Agosto, 2014

Fotografia: José Soares

O Festival Nacional de Cultura (FENACULT) é um imponente certame que vai permitir criar espaços privilegiados para uma maior troca de experiência entre os artistas, afirmou ontem, em Luanda, o DJ Vivaldo Mascarenhas.

O artista realçou ao Jornal de Angola, a propósito da apresentação do primeiro projecto discográfico do grupo Society Brothers Djs, que o festival vai contribuir para os homens ligados às artes aumentarem os seus conhecimentos.
O DJ disse que o FENACULT é a maior festa da arte nacional, “porque vai reunir todas as artes, os seus criadores e discutir pontos de vistas sobre os assuntos relacionados com a cultura angolana”.
Esta segunda edição, disse, deve ser vista como um marco, e um valor acrescentado, dentro da nova dimensão artística proporcionada pela paz. “O FENACULT vai permitir manter contacto com o melhor da arte feita no país”, justificou.
Quanto ao disco “Beats e Remixes do SBD”, DJ Tino Gomes informou que as dez faixas de rap e afro house vão estar disponíveis, a partir da próxima semana, em vários sites e redes sociais de promoção de música na Net, como o sharinganews e nacinhoproduções.
Todos os temas do CD e a produção são da autoria do grupo, com as participações vocais de Braga Havaiana e Tchumário Dance.
Ned, outro produtor do Society Brothers Djs, referiu que algumas faixas são em acapela e outras só instrumentais. A ideia, explicou, foi abrir também as portas aos novos talentos. O EP foi gravado e masterizado no estúdio do grupo, em Luanda.
O produtor revelou que o projecto tem custos próprios, fruto da persistência dos seus integrantes. “Produzir com qualidade e expandir a música nacional é o lema do grupo”, contou.
Society Brothers Djs integra sete DJ e produtores, com idades entre os 19 e 25 anos: Vivaldo Mascarenhas, Tino Gomes, Ned, Anselmo Neto, Ciro Mota, Reinaldo Silva e William Gomes.

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