Realizador clama por apoios


23 de Fevereiro, 2016

A conclusão da longa-metragem nacional “A Fúria de Kaculo no Tary”, de Tony Jones, está avaliada em 200 mil dólares, disse, ontem, à imprensa o realizador, tendo afirmado que a gravação decorre há dois meses graças ao apoio da administração municipal de Nambuangongo.

O filme, cuja gravação também é sustentada pelo próprio realizador, narra a vida dos habitantes de Nambuangongo, desde 1970 até o alcance da Independência Nacional, em 1975.
 Em declarações à Angop, o realizador informou que o filme inclui também situações marcantes do período de paz efectiva, alcançada em 2002, com base em depoimentos de antigos combatentes e viúvas de militares e civis.
Embora inclua depoimentos, afirmou que se  trata de um filme de acção cujas cenas incidem momentos vários, tais como a revolta das populações de Nambuangongo  contra o colonialismo português.
“Estamos diante de um filme de época, por essa razão primamos pelo rigor da indumentária e demais adereços utilizados pelos habitantes da região em tempos de luta armada”. Participam três mil actores, incluindo figurantes. E de acordo com a história do filme, Kacula é uma mulher corajosa que se opõe-se com o seu irmão para controlar a região de Nambuangongo como rainha, e comandar a luta contra os portugueses.
Por outro lado, Tony Jones afirmou que o filme vai mostrar também o desenvolvimento de Nambuangongo, em tempo de paz, com vista a incentivar o regresso de muitos filhos da terra, que emigraram para outras zonas por causa da guerra.
A estreia está prevista para a aldeia de Kinguimbi, no município do Úcua, província do Bengo  “Sofrimento e Ódio” é o título do primeiro filme de Tony Jones.

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