Cultura

Recomendada formação de quadros dos museus

A necessidade de formação de quadros das Forças Armadas Angolanas (FAA) em museologia, arquivo, biblioteca e monumentalogia militar, foi defendida terça-feira, em Luanda, pelo  chefe do Estado Maior-General-adjunto para a Educação Patriótica.

Egídio de Sousa Santos discursou na primeira reunião metodológica dos especialistas de museus, arquivos e bibliotecas militares, que decorreu até ontem sob o lema “preservação e difusão do património histórico-militar”.
Egídio de Sousa Santos informou que as Forças Armadas Angolanas continuar a contar com o Ministério da Defesa Nacional na elaboração de políticas de gestão de museus, arquivos e bibliotecas, incluindo de monumentos, sítios e figuras histórico-militares.
Egídio de Sousa Santos considerou ser necessário o levantamento, registo e controlo de instituições destas, relacionadas com o sector militar. “Precisamos, assim, envidar esforços para que estas instituições, uma vez controladas, possam transformar-se ao conceito de museus, arquivos e bibliotecas militares universalmente reconhecidas e, assim, contribuírem sistematicamente para educação em geral”.
De acordo com Egídio de Sousa Santos, estas instituições estão vocacionadas à conservação, investigação e concorrem para o resgate e valorização da memória colectiva, no quadro da identidade cultural dos povos.
Participaram na reunião 36 especialistas de distintos órgãos das Forças Armadas Angolanas.

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