Recordado o papel da literatura nacional na luta de libertação


26 de Fevereiro, 2016

Conceição Cristóvão referiu na quarta-feira numa conferência realizada na sede da União dos Escritores Angolanos (UEA), em Luanda, a importância da literatura na luta de libertação nacional.

O escritor, que falava no debate semanal “Maka à Quarta-Feira”, promovido pela UEA, realçou “a música, a dança e outras expressões culturais” como meios de despertar o sentido nacionalista e a urgência de combater o colonialismo.
O orador lembrou também o movimento “Vamos Descobrir Angola”, constituído em 1948 por intelectuais, destinado a alertar para a premência de se conhecer o território, onde o povo era submetido aos interesses do ocupante, bem como a revista “Mensagem” e o agrupamento musical Ngola Ruitmo como outros dos veículos de sensibilização patriótica.
Conceição Cristóvão referiu os escritos de Agostinho Neto, Alda Lara, António Jacinto, Mário Pinto de Andrade e Viriato  da Cruz como relevantes na consciencialização patriótica dos angolanos.
Conceição Luís Cristóvão, que nasceu em 1962 em Malanje e foi secretário-geral da Brigada Jovem de Literatura de Angola, é  docente universitário na Universidade Agostinho Neto (UAN).
 “A Voz dos Passos Silenciosos” (1990), “Amores Elípticos” (1996), “Idade Digital do Verso” (2002), “Pela Porta da Palavra” (2003) e “Solsalseiosexo” (2006) são alguns dos livros que o escritor publicou.

capa do dia

Get Adobe Flash player




ARTIGOS

MULTIMÉDIA