Cultura

Romance e beleza marcam projecto Duetos N’Avenida

Bruna Tatiana e Edmázia Mayembe, duas divas angolanas, sobem sexta-feira, às 19h00, ao palco da Casa 70, em Luanda, na terceira edição do projecto “Duetos N’Avenida”, uma organização da Zona Jovem Produções.

Cantoras actuam sexta-feira à noite na Casa 70 num conceito inovador de concertos em dupla
Fotografia: Edições Novembro

Depois de Puto Português e Patrícia Faria (25 de Agosto) e Eduardo Paim e Maya Cool (22 de Setembro), a primeira dupla feminina a compor este evento mensal, Bruna Tatiana e Edmázia Mayembe, é a convidada esta sexta-feira à noite de mais um show do projecto Duetos N’Avenida, uma série inovadora de concertos em dupla.
As duas cantoras prometem embalar os casais com canções românticas e já estão a ensaiar um repertório especial para o evento. Para o idealizador do “Duetos”, Figueira Ginga, desde o começo do projecto já havia a intenção de fazer uma dupla feminina como uma forma de homenagear as intérpretes da música angolana.
“Achamos que apostar na jovialidade e irreverência destas duas cantoras seria o ideal. As duas cantam zouk e a inclinação para cantar o amor”, ressaltou. As cantoras aceitaram o desafio e estão a planear o show com muita expectativa para dar o melhor em palco e preparar uma grata surpresa ao público.
A direcção artística do projecto é liderada por Chalana Dantas, que está atento e cuidadoso ao fazer a proposta para que o repertório das divas vá ao encontro das expectativas do público, sempre a aproveitar os maiores sucessos de cada artista. Quem for à Casa 70 vai poder ouvir e dançar sucessos como “Meu Tudo”, de Bruna Tatiana, e com “Alma Nua”, de Edmázia.
O Duetos N’Avenida prossegue com a sua programação em Dezembro e no dia 8 a Casa 70 reúne dois ícones da música popular de Angola: Paulo Flores e Yuri da Cunha.  Esta é a última edição de 2018, mas a Zona Jovem já prepara a continuidade do projecto em 2019. “A nossa pretensão é continuar porque já temos a certeza que o projecto veio acrescentar qualidade ao nosso mosaico cultural”, destacou Figueira Ginga.

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