Sétima arte é das maiores apostas

Francisco Pedro|
26 de Agosto, 2014

Fotografia: Mota Ambrósio

O cinema vai ocupar um espaço importante na programação do Festival Nacional de Cultura e Artes (FENACULT), para proporcionar entretenimento e informação sobre a cultura e a arte angolana.

As actividades da sétima arte vão ser desenvolvidas na Feira Nacional das Indústrias Culturais, de 5 a 10 de Setembro, na Filda, com a inauguração do Salão de Cinema, Audiovisual e Publicidade.
Neste salão, vão ser expostos equipamentos de produção e de exibição usados no antigo Laboratório Nacional de Cinema e nas salas de cinema de Luanda, e que retratam a evolução técnica e tecnológica da sétima arte.
Além da exibição na feira, os filmes vão ser projectados nos comboios e nos catamarãs.
Numa outra vertente, vão ser realizadas sessões para as comunidades estrangeiras ao ar livre, com  equipas de projecção do Instituto Angolano de Cinema e Audiovisual e Multimédia.
Também estão previstas acções de formação, como a realização de uma oficina de vídeo arte, dirigida para 15 profissionais, entre realizadores, editores de imagem e artistas plásticos, que vão produzir conteúdos para serem exibidos em edifícios da capital.
O Instituto Angolano de Cinema e Audiovisual e Multimédia ao adquirir equipamentos de captação e de pós produção, segundo o director da instituição, Pedro Ramalhoso, a intenção é corporizar o Projecto de Registo Videográfico das Cidades. À frente da instituição há quatro anos, Pedro Ramalhoso disse terem sido desenvolvidas durante esse período acções de destaque para o fomento da actividade cinematográfica, como a aprovação da Lei do Cinema e Audiovisual e a do Mecenato. “São dois instrumentos que vão facilitar e proporcionar condições aos realizadores e produtores para levarem a cabo os seus projectos”.
O responsável considerou promissor o futuro do cinema em Angola, assim como reconheceu que a proclamação, em breve, da Associação Angolana de Profissionais de Cinema e Audiovisual, vai representar um passo indispensável para que os profissionais do ramo tenham junto do Executivo um parceiro e interlocutor válido para tratar as questões ligadas à defesa dos interesses dos profissionais do cinema e audiovisual em Angola.

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