Sócios querem Liga Africana classificada como Património


2 de Março, 2016

A elevação do edifício da Liga Africana, situado em Luanda, a Património Histórico Nacional vai ser proposta ao Ministério da Cultura pelos sócios desta instituição, após a aprovação, segunda-feira, do relatório de actividades de 2015.

A direcção da Liga Africana, em comunicado, anunciou que os seus membros propõem  a reabilitação do edifício, que compreende escola de formação profissional, refeitório, anfiteatro, dois campos de jogos, centro clínico e áreas adjacentes.
“A Escola da Liga é uma referência e   deve-se trabalhar  com as partes envolvidas, nomeadamente o Ministério da Educação e a Liga Angolana de Amizade e Solidariedade Para com os Povos (LAASP), ou entidade que a tutela, por ser a ela que o Estado Angolano endossou a gestão do edifício”, refere o documento.        
A Liga Africana foi admitida na Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), com o estatuto de observador consultivo, durante a 20.ª reunião do Conselho de Ministros da instituição, decorrida em Dili, Timor-Leste, em Julho de 2015. 
A Liga Africana participou no Festival Internacional de Cultura e Filosofia de Fátima, em Portugal,   o ponto mais alto das suas actividades, durante o ano de 2015.
O presidente da Liga Africana, Carlos Manuel, afirmou  que a sua instituição não dispõe de dinheiro suficiente para cobrir todas as actividades programadas.
 Considerada precursora da Liga Angolana, fundada em 1912, e da Liga Nacional Africana (1930), a Liga Africana, disse Carlos Mariano,  esteve sempre  vocacionada para o espectro filantrópico e de difusão cultural e do conhecimento.

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