"Gritos" do Arte Vida o melhor espectáculo

Roque Silva |
29 de Março, 2016

Fotografia: Paulino Damião

O projecto Arte Vida venceu a primeira edição do Festival de Monólogos Vitória Soares, com a peça “Grito”, adaptado do livro “Sagrada Esperança”, de Agostinho Neto.

O monólogo, interpretado pelo actor Caetano Tomás, venceu as categorias de melhor representação e poema, por “Segredos de confissão”, de Fridolin Kamolakamwe, devido a carga emocional das cenas.
O espectáculo, encenado por Adorado Mara, foi montado com os poemas “Dois anos de Distância”, “Crueldade”, “Noite”, “Sombras” e “Assim exclamava esgotado”. A peça conta a história de uma personagem privada de liberdade, mas determinada a alcançar a sua independência. O prémio de melhor actriz do festival foi para Elaine Caiombo, do grupo Fortaleza, pela sua performance na peça “Um minuto para amar”, adaptado do livro homónimo de Felisberto Felipe. Carlos Aldair, do Dadaísmo, foi o melhor actor, pelo seu desempenho em “E lá fora os cães”, do livro homónimo de Ras Nguimba Ngola.
O júri do festival, realizado em homenagem a antiga actriz do grupo Oásis, Vitória Soares, foi integrado por Silveira Chetas e Marcela Oliveira, professores de teatro, e Armando Rosa, como representante da União Nacional dos Artistas e Compositores (UNAC).
Vitória Soares “Totonha”, antiga directora e actriz do colectivo de teatro Oásis, da Força Aérea Nacional de Angola, foi homenageada pela organização pelo seu contributo para o desenvolvimento do teatro angolano.

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