Vozes d’África do Huambo procura mais visibilidade

Estácio Camassete | Huambo
7 de Setembro, 2014

Fotografia: Cedida pelo autor

O responsável do grupo de teatro Vozes d’África, Pascoal Pedro Nhanga, afirmou ontem ao Jornal de Angola que o FENACULT é uma oportunidade para os artistas terem mais visibilidade e elevarem a identidade nacional, através das artes.

Pascoal Pedro Nhanga acrescentou ainda que o seu grupo participa até hoje no Festival Nacional de Teatro, que decorre em Benguela, com a peça “O genro da Humanidade”. O espectáculo, que é uma estreia, conta a vida do rei Katyavala, fundador do reino do Bailundo, conhecido por ter enfrentado vários guerreiros fortes para subir à montanha Halavala, onde fundou o reino Mbalundu.
Na peça, o grupo tem a oportunidade, segundo o responsável, de mostrar um pouco dos hábitos da região do Planalto Central e, simultaneamente, apelar ao resgate da cultura e da sua riqueza através do teatro.
O grupo venceu o Prémio Nacional de Cultura e Artes em 2001 na categoria de teatro e, de acordo com o seu responsável, tem todas as condições criadas para dar um espectáculo condigno durante o Festival. “Queremos justificar o voto de confiança que recebemos com uma distinção como o Prémio Nacional de Cultura e Artes. Este tem sido um dos principais propósitos do grupo”, adiantou.
Depois do FENACULT, disse, as suas atenções vão estar viradas na internacionalização do grupo, que foi fundado em 1998 na cidade do Huambo.

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