Cultura

Terceira Feira da Mulher realizada em Lisboa

O Museu de Lisboa, no Palácio Pimenta, albergou nos dias 29 e 30 de Julho a terceira edição da Feira da Mulher Africana (FAMA), que ultrapassou a expectativa da organização por juntar um grande número de visitantes africanos.

Exposição de peças africanas
Fotografia: Henri Celso|Angop

Segundo afirmação da presidente da Plataforma para o Desenvolvimento da Mulher Africana (PADEMA), Luzia Moniz, um dos objectivos do encontro foi juntar o maior número de países africanos,  de modo  a permitir troca de experiências e intercâmbio no domínio cultural.
“O balanço é positivo porque conseguimos o melhor  local e também a qualidade e quantidade de expositores”, referiu, tendo adiantado que participaram 11 países ao contrário da anterior edição que contou com apenas cinco.
“A tendência é crescermos para termos o continente bem representado nesta feira, sendo essa a nossa meta. Temos todas as valências culturas representadas, por isso a PADEMA está de parabéns, em geral as mulheres africanas na diáspora”, acrescentou.
 A feira  contou com cerca de 500 visitantes de países africanos e europeus.
Estiveram expostas peças de artesanato, bijutaria, roupas para homens e senhoras, sapatos, matérias decorativas e quadros, bem pratos típicos da gastronomia africana.
A Feira da Mulher Africana é um acontecimento cultural, de periodicidade anual, aberto para todas as idades.
A organização da feira conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, do Museu de Lisboa, da Câmara de Comércio e Indústria de Angola (CCIA) do Instituto Luso-Árabe para a Cooperação (ILAC), e das Embaixadas africanas acreditadas em Portugal. No decorrer do evento, as comunidades africanas aproveitam divulgar as potencialidades artísticas e culturais de seus países.

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