Cultura

Yodine Produções apresenta plataforma

A Yodine Produções apresenta desde ontem até domingo em Moçambique a 7.ª edição da Plataforma Internacional de dança contemporânea  - Kinani.

Bailarinos moçambicanos participam em plataforma
Fotografia: DR |

Reconectando identidades, a plataforma pretende questionar o lugar do tradicional na linguagem contemporânea artística e na formação de identidades no contexto de globalização acelerada.
A programação do evento tem como base criações provenientes de residências artísticas onde jovens coreógrafos contemporâneos e grupos de dança tradicional colaboraram com o objectivo de diluir as fronteiras que separam ambas linguagens.
O programa da 7.ª edição do Kinani conta com 25 espectáculos de dança e instalações oferecidos por 50 coreógrafos e artísticas provenientes de 14 países: Moçambique, Portugal, Estados Unidos da América, França, Zimbabwe, Quénia, Espanha, Ilha Comores, Burquina Faso, Namíbia, Andorra, Congo e Madagáscar.
O grande destaque internacional vai para Vera Mantero, renomada artista portuguesa que tornou-se um dos nomes centrais da Nova dança portuguesa, tendo iniciado a sua carreira coreográfica em 1987 e mostrado o seu trabalho pelo mundo.
De Moçambique, o destaque vai para Panaíbra Canda, recentemente distinguido pela revista alemã Tanz na categoria “novas promessas para o futuro da dança 2017”. 
O universo feminino moçambicano  é representado por Katia Manjate, Edna Jaime, Rosa Mário e Marina Tembe que apresentam diversas temáticas que colocam o quotidiano em questionamento.
As salas do Centro Cultural Franco-Moçambicano, Teatro Avenida, Museu de Pescas, têm  sessões diárias entre às 18, 19 e 20 horas nas diferentes salas e o 4.º Andar (espaço alternativo) a partir das 17 horas do dia 25.

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