Desporto

Angola defronta a Líbia, Gabão e Nigéria no CAN

Teresa Luís

A Selecção Nacional sénior masculina de andebol disputa a fase preliminar da 24ª edição do Campeonato Africano das Nações (CAN) inserida no Grupo B, ao lado das similares da Nigéria, Gabão e Líbia, ditou o sorteio realizado, ontem, na cidade de Tunis, Tunísia, país que acolhe o evento em Janeiro de 2020.

Comandados de Filipe Cruz conheceram ontem as selecções adversárias na prova da Tunísia
Fotografia: DR

Depois do encontro nos Jogos de Rabat, onde Angola venceu, por 31-20, com o parcial de 16-10 ao intervalo, angolanos e nigerianos voltam a testar aptidões, na competição sob a égide da Confederação Africana de Andebol (CAHB).
À semelhança da Nigéria, os comandados de Filipe Cruz reencontram, também, na fase preliminar, os líbios, a quem derrotaram por 29-15, no campeonato de 2016, no Egipto.
Egipto (vice-campeão) figura no Grupo A, com Congo Democrático, Guiné Conacri e Quénia, Tunísia (campeão) encabeça o C, com os Camarões, Costa do Marfim e Cabo Verde, ao passo que Marrocos, Argélia, Congo, Senegal e Zâmbia completam o D.
As duas melhores selecções de cada série apuram-se para os quartos-de final. O vencedor do CAN qualifica-se directamente para os Jogos Olímpicos de Tóquio'2020. Para o Campeonato do Mundo do Egipto, em 2021, apuram-se os três primeiros classificados. O presidente da Federação Angolana de Andebol (Faand) e vice-presidente da CAHB, Pedro Godinho, assistiu ao sorteio. Em declarações ao Jornal de Angola, realçou que em provas do género não existem jogos fáceis, mas considerou o grupo de Angola equilibrado.
“Se ganharmos todas as partidas da primeira fase, evitamos cruzamento com o Egipto e a Tunísia nas meias-finais. Todos sabemos que tunisinos e egípcios são “ossos duros de roer”. Mas, para vencer os jogos, a selecção precisa de fazer uma preparação à altura, pois de contrário terá dificuldades em alcançar as metas”, esclareceu o dirigente.
Terminar na liderança do grupo é o objectivo perseguido pelos Guerreiros. Depois da conquista da medalha de bronze em duas edições seguidas do africano (2016 e 2018), e o ouro inédito nos Jogos de Marrocos, Filipe Cruz e pupilos ambicionam melhorar a classificação no CAN de Janeiro.

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