Desporto

Bombeiros recomendam rectificações técnicas

Nhuca Júnior

O Serviço de Protecção Civil e Bombeiros recomendou, num relatório ao Ministério da Juventude e Desportos, a realização de rectificações técnicas em algumas áreas do Estádio Nacional 11 de Novembro, sob pena de um dia ser encerrado, “se existir motivo suficiente”, revelou, ontem, o porta-voz do comando provincial de Luanda do órgão operativo do Ministério do Interior.

Infra-estrutura precisa de alguns trabalhos de benfeitoria
Fotografia: Vigas da Purificação | Edições Novembro

Faustino Minguêns, que falava ao Jornal de Angola, disse acreditar que “todos os esforços estão a ser feitos” pelo Ministério da Juventude e Desportos para a manutenção dos espaços degradados da infra-estrutura desportiva, inaugurada em 2010, para o Campeonato Africano das Nações (CAN).
O porta-voz acentuou que todas as infra-estruturas desportivas no país são também sujeitas a inspecções pelo Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, durante a fase de construção e antes da realização de qualquer actividade, daí a razão de a instituição ter recomendado rectificações técnicas em “alguns compartimentos” do Estádio 11 de Novembro.
As correcções, recomendadas no âmbito da Protecção Civil, visam garantir a segurança das pessoas, adiantou Faustino Minguêns, que disse ter o relatório alertado para a existência de “irregularidades em termos técnicos que o Estádio 11 de Novembro apresenta, assim como outros construídos para o CAN”.
Faustino Minguêns reafirmou que o recinto está em condições de continuar a receber eventos desportivos, por não estar a precisar, no seu todo, de rectificações técnicas.
“Não há motivo nenhum para o encerramento do estádio”, declarou o porta-voz do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, que disse haver na instituição arquitectos e engenheiros de construção civil, que têm a missão de inspeccionar as grandes infra-estruturas, para aferir o grau de cumprimento das normas de segurança.O Serviço de Protecção Civil e Bombeiros tem, na província de Luanda, quatro mil efectivos e 20 quartéis, distribuídos por todos os municípios da capital angolana.

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