Desporto

Cinco federações vão ter novos presidentes

Job Franco

As Federações de Andebol (FAAND), Ténis de Mesa (FATM), Natação (FAN), Ténis (FAT) e de Basquetebol vão ter novos presidentes de direcção no ciclo olímpico 2020-2024. Pedro Godinho, Antónia Ribeiro, Mário Fernandes e Matias Castro decidiram não se recandidatar, depois de cumpridas as missões pelas quais haviam sido incumbidas.

Pedro Godinho deixa andebol
Fotografia: Vigas da Purificação | Edições Novembro

Depois de liderar o andebol por 12 anos, Pedro Godinho deixa a Federação de Andebol com “um saldo financeiro para cobrir seis meses de salários dos funcionários administrativos” e apoia a candidatura do vice-presidente cessante, José “Zeca” Venâncio nas eleições de 31 de Outubro. José do Amaral Júnior “Maninho” é outro aspirante ao “cadeirão máximo”.

Cumprido o segundo mandato no ténis de mesa, Antónia Ribeiro interrompe o ciclo na presidência e negou concorrer ao terceiro mandato por razões profissionais. O secretário-geral cessante, Manuel Morais, é o único candidato às eleições de 26 do corrente, depois da Comissão Eleitoral “chumbar” a candidatura de Laureano Salvaterra, antigo vogal do Conselho Técnico Desportivo da FATM.

Na natação, pela primeira vez na história, regista-se um pleito com mais de uma lista concorrente. Para a sucessão de Mário Fernandes, que se recusou ao terceiro mandato, Ana Lima, vice-presidente cessante, e o jurista Joaquim Santos, antigo hoquista do Petro de Luanda, disputam a vaga.

No ténis, Plate Mendes é o sucessor de Matias Castro, que também se recusou a concorrer ao terceiro mandato nas eleições de 26 do corrente. O jovem tenista e treinador pretende levar à Federação o rigor, trabalho em equipa e novos valores competitivos e de gestão.

Depois da renúncia de Hélder Cruz, a Federação vai conhecer as eleições mais renhidas de sempre a 24 de Novembro. Com olhos no “cadeirão” estão a antiga estrela e o único africano “grafado” no Hall da Fama, Jean Jacques da Conceição, ex-dirigente do Progresso Sambizanga, Manuel Moreira, e o antigo vice-presidente do 1º de Agosto, Moniz Silva.

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