Desporto

Diógenes de Oliveira diz ser gratificante constar entre os convocados

Jorge Neto

O lateral direito do Petro de Luanda, Diógenes de Oliveira, disse hoje, ao Jornal de Angola, ser gratificante o facto de constar da convocatória da Selecção Nacional para o desafio diante da similar do Congo Democrático, válido para as eliminatórias do CAN dos Camarões, a disputar-se em 2022.

Técnico da Selecção Nacional, Gustavo Ferrín
Fotografia: DR

O jogador de 23 anos é um dos três “girabolistas”, além de Paizo (lateral esquerdo) e Herenilson (médio defensivo), chamados pelo seleccionador Pedro Gonçalves para o jogo oficial frente aos Leopardos, em contraste com os 23 provenientes do futebol europeu.

“É muito bom e gratificante ser convocado para a Selecção Nacional. Vou continuar a trabalhar para voltar a constar das opções dos Palancas Negras em próximos desafios. Naturalmente, todo o jogador que trabalha com confiança espera sempre um bom resultado e foi isso que aconteceu. Além disso, já fiz um bom jogo na última convocatória, no jogo contra o Gabão”, disse bastante confiante.

O lateral direito reconhece, no entanto, que em função dos convocados a concorrência será muito forte, mas promete esforçar-se para constar das opções, do técnico português Pedro Gonçalves, ainda nos amistosos em Portugal. “Acredito que a concorrência é muito forte. Há jogadores que actuam em campeonatos diferentes do Girabola, mas naturalmente que vou fazer o meu trabalho, para poder jogar a titular.

Se não constar da equipa inicial, vou continuar a engajar-me na mesma, para representar o país sempre que for chamado”, defendeu o jogador.
Diógenes vai apresentar-se aos Palancas Negras no próximo dia 3 de Outubro, para no dia seguinte viajar para Lisboa, Portugal, onde está agendado um estágio pré-competitivo, englobando dois jogos amistosos com as selecções de Moçambique e da Guiné-Bissau.

O lateral direito foi convocado pela primeira vez para a Selecção Nacional de Honras, em 2013, pelo técnico uruguaio Gustavo Ferrín, na altura com 16 anos, quando representava os Sub-17, na condição de capitão de equipa.

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