Desporto

Dirigente promete provar falsidade das acusações

Nesta quarta, Ferran Soriano, CEO do Manchester City, esclareceu algumas questões a respeito da punição sofrida pelo clube, que ficará sem disputar um torneio europeu nas duas próximas épocas. O espanhol disse que as alegações contra os Sky Blues são falsas e os dirigentes do clube já estão a reunir evidências para contestar e revogar a decisão tomada na última sexta-feira.

Clube está proibido de jogar na Europa durante dois anos
Fotografia: DR


“ Elas simplesmente não são verdadeiras. O adepto pode ter certeza de duas coisas: a primeira é que as alegações são falsas, e a segunda é que faremos o possível para provar isso”. Soriano negou que o Manchester City não tenha cooperado nas investigações, e que espera uma audiência mais justa no Tribunal Arbitral do Desporto (TAS).
“ Nós cooperamos com o processo. Entregamos uma longa lista de documentos, que acreditamos sejam evidências irrefutáveis de que as acusações são falsas. Tudo o que queremos agora é um julgamento justo, num órgão independente e imparcial, que leve o tempo necessário para analisar as evidências sem preconceitos”. Sobre o que Pep Guardiola e o plantel pensam sobre o processo, o dirigente fez questão de garantir que o grupo está focado apenas no campo. “Obviamente Pep foi informado sobre o processo, mas não é algo que deva responder. Ele está focado no futebol, no jogo. Os jogadores também estão calmos e focados no futebol. Esta é uma questão mais jurídica e comercial do que desportiva.
Segundo Soriano, a expectativa é de que haja uma rápida solução para o caso através de um processo completo. O dirigente espera que todas as questões se resolvam antes do verão europeu e que, até lá, tudo continue a funcionar normalmente, tanto nos negócios, quanto no futebol.
Sobre a posição do clube a respeito da punição: "Acho que o clube tem que dizer algo sobre o assunto. Temos que fazer isso por nós, pelos parceiros, adeptos e toda a família Manchester City ao redor do mundo. No entanto, temos que ser rigorosos. Temos que ser respeitosos, como sempre fomos, com esse processo que continua".

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