Desporto

Desempenho dos jogadores atesta justiça do apuramento

António Cristóvão |

Os Palancas Negras estiveram em bom plano nas saídas para o ataque, mas evidenciaram problemas na finalização.

Dany Massunguna marcou de cabeça o golo da vitória
Fotografia: JAImagens | Edições Novembro

Gerson - Seguro entre os postes, deu tranquilidade aos companheiros. Justificou a aposta.
Mira - Subiu pouco para apoiar o ataque.
Wilson - Não foi exuberante. Destruiu algumas jogadas perigosas.
Dany Massunguna - Apesar de estar uns furos abaixo, continua a ser o patrão da defesa. Foi o autor do golo.
Natael - Revelou ser um dos melhores laterais esquerdos. Precisa acertar nos cruzamentos e jogar mais rápido, quando está em posse da bola.
Nari - Jogou para anular pelo meio as investidas do adversário. Foi decisivo no sector intermédio. Auxiliou bem Dany Massunguna e Wilson.

Artista colectivo

Job - Apesar de ter falhado penalti, jogou e fez jogar a equipa nacional, principalmente nas acções ofensivas. Procurou sempre abrir brechas na defesa malgaxe.
Manguxi - Esteve em “dia não”. Criou e rematou pouco para a baliza contrária. Passou ao lado do jogo.
Herenilson - Como tem sido habitual, foi certeiro nos passes e soube ocupar os espaços, apesar de ter treinado condicionado durante a semana.
Nelson da Luz - Dono de dribles estonteantes, o extremo precisa acertar a finalização quando se isola. A sua saída permitiu ao adversário subir no terreno de jogo.
- Foi aguerrido no ataque e deu muito trabalho à defensiva malgaxe. Merece mais oportunidades.
Yano - A sua entrada não alterou a forma de jogar da Selecção Nacional. Pelo pouco tempo em  campo, andou perdido.
Bugos - Entrou próximo do final do jogo. Não conseguiu mostrar o que mais sabe fazer: o golo, que continuam em falta na Selecção.  
Paty -  Substituiu Job, já no tempo de compensação.  Nem sequer tocou na bola. Precisa de tempo de jogo.

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