Desporto

“Forasteiros” são os mais titulados na competição

Teresa Luís

Com cinco títulos conquistados, três ao serviço do ASA (2002, 2003 e 2004) e dois do Petro de Luanda (2008 e 2009), o treinador português Bernardino Pedroto continua a ser o “papão”, em termos de conquistas do Campeonato Nacional de Futebol da I Divisão, Girabola.

Zoran Macki entra para lista restrita onde está Carlos Queirós
Fotografia: Mota Ambrosio | Edições Novembro

Das 40 edições disputa-das desde 1979, os técnicos estrangeiros venceram 26 contra 14 dos nacionais, nu-ma lista liderada por portugueses com oito ceptros. O brasileiro António Clemente é o segundo, com três campeonatos ganhos, todos como treinador dos petrolíferos (1982, 87 e 88).
Os angolanos Carlos Queirós (1989 e 90), Mário Calado (1996 e 2005), Daniel Ndunguidi (1998 e 99) e Zeca Amaral (2011 e 2012) destacam-se nas posições imediatas cada um com dois troféus ganhos.
Dusan Kondic, sérvio (1991 e 92), seguido pelo croata Goiko Zec (1993 e 94), o brasileiro Djalma Cavalcanti (2000 e 2001) e o bósnio Dragan Jovic (2016 e 2017), integram a lista, com igual nú-
meros de troféus.
Os técnicos nacionais Nicola Berardinelli (1979), Joaquim Dinis (1981), Severino Miranda (1984), Carlos Silva (1986), Osvaldo Saturnino (1995) e Miller Gomes (2014) contam cada com uma taça.
Os sérvios Ivan Ridanovic (1980) e Peter Kzemevic (1983) também aparecem na lista, além do português Rui Rodrigues (1985), o brasileiro Jorge Ferreira (1997), o holandês Johannes Bronwer (2006), o brasileiro Carlos Mozer (2007), o português Álvaro Magalhães (2010), o búlgaro Edward Antranik (2013), o português João Paulo Costa (2015) e mais recentemente o sérvio Zoran Maki (2018).

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