Desporto

Petro e 1º de Agosto reeditam final da Taça

António Cristóvão |

Petro de Luanda e 1º de Agosto disputam, no próximo dia 11, no Estádio Nacional 11 de Novembro, a sexta final da Taça de Angola em futebol, que vai marcar o terceiro clássico dos clássicos da presente temporada.

Maiores rivais desportivo de Angola voltam a jogar o clássico
Fotografia: M.Machangongo | Edições Novembro

Na última final disputada em 1998, no Estádio Nacional da Cidadela, os tricolores venceram os militares do Rio Seco, por 4-1. No ano anterior, no mesmo recinto desportivo, o Petro já tinha vencido o 1º de Agosto, por 2-1. Em 1992 os tricolores triunfaram igualmente por 3-2, na antiga catedral do futebol angolano.
Já o conjunto rubro e negro venceu pela primeira vez em 1990 a formação do Eixo Viário, por 2-1, na Cidadela. No ano seguinte, a equipa do Rio Seco, já sob a batuta técnica do sérvio Dusan Kondic, triunfou, por 1-0, ainda na Cidadela.
O Petro jogou a última final em 2014, perdendo frente ao Benfica de Luanda, por 0-1, enquanto o 1º de Agosto foi derrotado pelo Interclube (2-4) na marcação de pontapés de grandes penalidades, em 2011. No tempo regulamentar, militares e polícias estavam empatados a uma bola.
Os tricolores dominam a Taça de Angola, com dez troféus, mais cinco que os militares, no palmarés da competição.
Ontem à tarde, para a conclusão da primeira meia-final, o Petro foi derrotado pelo FC Bravos do Maquis, por 0-1, no estádio Jones Kufuna “Mundunduleno”, na cidade do Luena, província do Moxico. Yuri marcou o golo do triunfo, que foi insuficiente para qualificar os maquisardes pela segunda vez para a final.
Depois do puxão de orelhas dado ao intervalo pelo técnico Beto Bianchi, na etapa complementar o conjunto do Catetão melhorou a postura em campo e geriu a vantagem levada da primeira “mão”. 
Na segunda meia-final, o 1º de Agosto empatou sem golos com o Progresso Sambizanga, no Estádio Municipal dos Coqueiros.
Os militares beneficiaram do triunfo de quarta-feira, por 3-2, no Estádio Nacional 11 de Novembro, no desafio da primeira “mão”.
O encontro foi marcado pelo equilíbrio, mas na segunda parte faltou arte e engenho dos atacantes do Progresso Sambizanga para transformar as oportunidades em golo, num período de clara  quebra física do adversário.

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