Desporto

Vinte equipas repetentes e três baixas de grande peso

O Mundial'2018 vai contar com dois estreantes absolutos e 20 repetentes de 2014, o que significa que ‘tombaram’ 12 selecções, entre as quais três “pesos pesados”, Itália, Holanda e Chile.

Senegal garantiu a última vaga africana na competição
Fotografia: AFP


Na Rússia, reeditam a presença o conjunto “canarinho”, único totalista e com cinco títulos, e a Alemanha, campeã em título e quatro vezes vencedora da prova.
Os bicampeões Uruguai e Argentina e os campeões Inglaterra, França e Espanha também selaram o apuramento. Dos anteriores vencedores, só falta a Itália, que arrebatou quatro e tinha estado nas últimas 14 fases finais, sendo que só falhara em 1930 (não aceitou convite) e 1958 (falhou qualificação). Vai ficar em casa 60 anos depois.
Em matéria de ausências, destaque ainda para a Holanda, “vice” em 1974, 1978 e 2010 e terceira na última edição (2014), e para o Chile, que conta nove presenças, com um terceiro posto em casa (1962), e é o actual bicampeão sul-americano em título.
No que se refere a presenças, e além das selecções campeãs, repetem 2014 a Rússia, qualificada como anfitriã, e ainda Colômbia, Bélgica, Portugal, Suíça, Croácia, México, Costa Rica, Coreia do Sul, Japão, Irão, Nigéria e Austrália.
Pelo contrário, e além de Itália, Holanda e Chile, mais nove formações ‘caíram’, casos de Grécia, Argélia e Estados Unidos, que atingiram os ‘oitavos’ há quatro anos, e ainda Equador, Bósnia-Herzegovina, Costa do Marfim, Ghana, Honduras e Camarões, todas eliminadas na fase de grupos.
Em sentido inverso, voltam a Sérvia e Dinamarca, após uma edição, Suécia, Polónia, Arábia Saudita e Tunísia, que falharam as duas últimas, o Senegal, depois de três edições de fora, Marrocos, que não comparecia desde 1998, Egipto, ausente desde 1990, e Peru, de volta 36 anos depois. A Islândia e o Panamá são estreantes e vão aumentar para 79 o número de participantes em fases finais do Mundial.

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