Desporto

Ginástica rítmica do Petro disputa torneio em Portugal

Teresa Luís

A equipa de ginástica rítmica do Petro de Luanda viajou hoje para Portugal, onde na região de Sangalhos disputa, pela primeira vez, a prova denominada RG Atlantic Cup, a decorrer de 23 a 25 do mês em curso.

Fotografia: DR

Ivanovia de Carvalho (iniciada), Angélica Francisco (juvenil), Aysha Morgado (júnior), Junaira Dundão, Rosa Ventura e Beatriz Kasselo (seniores) são as ginastas convocadas pela treinadora cubana Maria Garcia, que se mostra determinada em representar o país ao mais alto nível. 
Na Atlantic Cup, as comandadas de Maria Garcia vão manipular os cinco aparelhos da especialidade, designadamente arcos, bolas, cordas, fitas e massa. Segundo o site da competição, cerca de 150 ginastas foram convidados a participar no evento, em representação da Espanha, Itália, Israel, Ucrânia, Tunísia, Noruega, Holanda e Nigéria. 
Recentemente, em declarações ao Jornal de Angola, a técnica afirmou que o torneio de Sangalhos é uma boa montra para mostrar o valor da ginástica angolana.
“Não podemos falar em conquista de medalhas. Temos de ser realistas. O continente europeu tem atletas bem dotadas, cujo nível competitivo tende a crescer. Fizemos parte da história do desenvolvimento da ginástica. Portanto, será uma mais-valia”.
Beatriz Kasselo, campeã nacional de 2018, disse que a preparação foi proveitosa e realçou os incentivos dados pela treinadora.
“Contamos com o apoio da professora. Mesmo quando as coisas não eram bem executadas sempre nos deu força. Durante os treinos, tivemos dificuldades nos exercícios de resistência. Na prova, queremos obter boa pontuação”, disse.

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