Desporto

Guiné reduzida a onze jogadoras

Teresa Luís / Brazzaville

Das 16 jogadoras inscritas pela selecção da Guiné Conacri, cinco estão de fora, por dupla nacionalidade duvidosa.

Fotografia: DR

O facto foi revelado pelo vice-presidente da Confederação Africana de Andebol (CAHB), Pedro Godinho.
Em declarações ao Jornal de Angola, o dirigente explicou que para  evitar a falha de 2016, em Luanda, que culminou com a desqualificação do Senegal, o Comité Organizador adoptou algumas medidas consideradas oportunas. “Todos os países inscritos, dois meses antes do arranque da prova devem fazer chegar à organização a constituição das referidas equipas. A seguir, a lista é remetida à Federação Internacional (IHF)”,disse.
Caso alguma jogadora, segundo o dirigente, já tenha disputado um mundial por outra selecção, o Comité Organizador recebe a confirmação. “No caso da Guiné, as cinco atletas que ficaram de fora têm dupla nacionalidade duvidosa. Já representaram outros países, e alegam ter mais de uma naturalização, mas não conseguem provar. Por esta razão, só 11 estão inscritas. Nós aprendemos com os erros,”concluiu.
Com esta situação,  o técnico Clement Petit está sem opções para rodar o plantel, e fazer determinadas substituições no decorrer dos jogos. O cansaço é visível, e o grupo já consentiu várias derrotas, com  destaque para a “cabazada”, 40-17, com Angola.

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