Desporto

José Chuma valoriza exportação de atletas

Silva Cacuti

A contratação de atletas angolanas, integrantes da Selecção Nacional, por grandes emblemas europeus, pode resultar em melhorias no desempenho do combinado angolano, nos campeonatos mundiais ou outras provas internacionais em que esteja inscrita.

Treinador acredita que saída de jogadoras trará benefícios
Fotografia: Miqueias Machangongo | Edições Novembro

A apreciação do treinador José Chuma decorre da recente contratação de Isabel Guialo “Belinha” pela equipa francesa CJF Fleury Loiret.

“Com este movimento das nossas atletas nos campeonatos europeus, naturalmente vai resultar em maior competitividade da equipa nacional. A realidade das provas europeias é diferente. Há maior intensidade e joga-se com mais maturidade. Aliás, elas vão competir com jogadoras integrantes das demais selecções. Toda a experiência (ganha) vai ser transportada para o grupo”, disse o treinador ligado ao 1º de Agosto e que esteve integrado na equipa técnica do “sete” nacional júnior feminino. Belinha vai na terceira experiência em formações europeias, depois de ter passado pelo Atlético Guardes de Espanha, em 2015, e Kisvárdia Kézilabda da Hungria em 2018.

O ano de 2020 marca a transferência da guarda-redes Helena de Sousa para o HBC Sant Amand, da segunda divisão francesa, depois de servir o 1º de Agosto. Magda Cazanga e Joana Costa deixaram o Petro de Luanda e rumaram para o Salud Tenerife, da principal liga espanhola.
Azenaide Carlos reforçou o RK Podravka Koprivnica, da Croácia depois de vários anos ao serviço do Petro de Luanda. Carolina Morais actua pelo Vippers Kristiansand, da Noruega há dois anos.

O envio de jogadoras angolanas para a Europa, onde o nível competitivo é mais acentuado em todos os escalões, tem sido defendido em várias plataformas por angolanos e estrangeiros como solução para se dar o salto qualitativo.

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