Desporto

Leões evitam prolongamento com falsa bicada das Águias

Honorato Silva | Cairo

A selecção do Senegal chegou ontem, 17 anos depois, à sua segunda final da Taça de África das Nações em futebol, após derrotar a similar da Tunísia, por 1-0, no Estádio 30 de Junho, da cidade do Cairo, na primeira meia-final da 32ª edição da prova.

Fotografia: DR

Um auto-golo de Dylan Bronn, ainda no início do prolongamento, confirmou a passagem dos Leões da Teranga, comandados pelo senegalês Aliou Cissé, que foram mais afirmativos num jogo intenso, cujas principais notas acabaram por ser os dois penalties desperdiçados pelas equipas e a intervenção do VAR (vídeo árbitro), na correcção do terceiro castigo máximo.
Muito disputado a meio campo, o desafio teve sempre o Senegal à frente nas iniciativas de ataque, com a Tunísia a tentar responder em transições rápidas, depois de recuperar a bola no processo defensivo. Sadio Mané, Krepin Diatta e Henry Saivet foram donos e senhores na disputa dos lances no centro do terreno.
As Águias de Cartago, orientadas pelo francês Alain Giresse, regressaram mais enérgicas do intervalo, mudança de que resultou o surgimento dos seus avançados, sobretudo Wahbi Khazri e Youssef Msakni, próximos da baliza de Amigo Gomis. Porém, o jogo seguiu sem golos até ao prolongamento. A última presença dos senegaleses na decisão do título foi em 2002, no Mali, diante dos Leões Indomáveis do Camarões, que venceram por 3-2, aos penalties, depois de uma igualdade sem golos.

 

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