Desporto

México e Brasil qual deles substitui hoje a Inglaterra?

Pedro Augusto | Brasília

A 18ª edição do Campeonato do Mundo Sub-17 de futebol encerra amanhã à noite, no Estádio Bezerrão, em Gama DF, em Brasília. México e Brasil são os contendores que lutam para tirar o título em posse da selecção inglesa, que não defende o troféu por ter falhado o apuramento na zona europeia.

Anfitriões querem desforrar a derrota, por 0-3, consentida na final de 2005, no Peru
Fotografia: DR

A final de amanhã, a partir das 19h00, em Brasília, 23h00, em Angola, coloca em confronto duas selecções da América, o Brasil, filiado na Conmebol, e o México na Concacaf, por esse motivo vão retirar o título em posse do continente europeu, através da Inglaterra, campeão da edição passada.
O jogo entre mexicanos e brasileiros é a reedição da final de 2005, no Peru, em que a selecção do México goleou o Brasil, por 3-0. Por esse motivo, a partida vai ser disputada sob o espírito de vingança. Aliás, os adeptos brasileiros pedem 4-0, ao Escrete Canarinho.
A jogar em casa, com o apoio dos seus adeptos, os brasileiros têm soberana oportunidade para conquistar o almejado tetracampeonato mundial, inviabilizado há 14 anos pelos mexicanos.
O grupo às ordens de Guilherme Dallo Déa mostrou no jogo das meias-finais, diante dos franceses, possuir determinação e alma de campeão. O Brasil perdia ao intervalo, por 2-0, mas uma segunda parte extraordinária garantiu a vitória, por 3-2, e consequente qualificação para a final.
O seleccionador brasileiro, Guilherme Dallo Déa, espera por essa mesma atitude dos seus jogadores, esta noite no Bezerrão, para que a conquista do tetracampeonato não seja uma miragem.
Mas os brasileiros, que jogam em casa, não pensam que têm tarefa fácil ante os mexicanos, que eliminaram os holandeses nas meias-finais, por 4-3, na marcação de pontapés de grandes penalidades.
A selecção do México é bastante forte defensivamente, e pragmática, joga de forma bastante inteligente e ambiciona também a vitória para conquistar o tricampeonato mundial, título que lhe foge há 8 anos.

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