Desporto

Mundial 2021 no Egipto pode ter 32 selecções

António Ferreira

A Federação Internacional de Andebol (IHF) projecta o aumento do número de selecções nos campeonatos mundiais, para 32 ao invés das actuais 24, já a partir de 2021, ano em que o Egipto organiza a 27ª edição.

Dirigentes da Federação Internacional já trabalham
Fotografia: DR

A informação foi avançada domingo, na cidade dinamarquesa de Herning, pelo egípcio Hassan Moustafa, presidente do órgão reitor da modalidade.
“Este é o último campeonato mundial que terá 24 equipas e, para o próximo Campeonato Mundial Masculino da IHF - Egipto 2021 - teremos 32 equipas em competição. Estamos no bom caminho”, disse o presidente da IHF, no final do congresso de clubes europeus.
As mudanças que o presidente Hassan Moustafa pretende implementar nos campeonatos mundiais revolucionará a competição, cuja proposta deve  passar pelo crivo do Comité Executivo da IHF. De resto, o desafio está lançado e tudo aponta para o alargamento da prova a 32 selecções, a partir da edição de 2021.
A mudança, que levará ao ajuste dos calendários face ao aumento do número de jogos, é uma boa nova para as selecções em ascensão e cujo trabalho nos últimos anos tem sido elogiado, mais a mais porque o andebol não se resume à Europa.
Pelo meio desta pretensão de alargamento, falta decidir a distribuição das novas vagas por cada Confederação, mas o mapa geodesportivo aponta que a africana e a asiática podem ser as principais beneficiadas, passando a apurar até cinco países cada, ao contrário dos actuais três.

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