Desporto

Nove estrangeiros reforçam clubes

António Ferreira|

Nove estrangeiros evoluirão na “final four” da Afroleague, com predominância para jogadores oriundos dos Estados Unidos da América (6) e do Senegal (2).

Manny Quezada jogador dos agostinos consta no top cinco
Fotografia: Vigas da Purificação | Edições Novembro

 O Smouha é a agremiação com maior número de estrangeiros, num total de três, com o norte-americano James Justice, 30 anos e 1,77 metros de altura, 92 pontos marcados na fase de grupos e quartos-de-final, à cabeça.

O norte-americano Adamu Saaka, jogador de 30 anos, 1,98 metros, e o senegalês Agostinho Okosun, 32 anos, 2,08 metros, com 80 e 67 pontos, respectivamente, completam a legião de estrangeiros da formação egípcia.
O campeão angolano, 1º de Agosto, tem nas suas fileiras dois estrangeiros, mormente Emmanuel Quezada (República Dominicana), 34 anos, 1,89 metros, melhor marcador dos “rubro e negros”, com 81 pontos. O outro forasteiro é Andre Harris (EUA), 33 anos, 1,96 metros, e soma 22 pontos.
Brandon Wood (30 anos, 1,90 metros, 52 pontos) e Wayne Arnold (34 anos, 1,93 metros, 64 pontos), ambos dos EUA, são os “cartões de visita” do AS Salé do Marrocos, enquanto Maodo Nguirane (Senegal), 25 anos, 2,10 metros, 92 pontos, e Lawrence Gilbert (EUA), 32 anos, 2,00 metros, 83 pontos, constituem as mais valias do Jeunesse Sportive Kairouanaise, da Tunísia.
Dos nove estrangeiros que evoluirão na “final four”, quatro estão entre os candidatos ao título de Jogador Mais Valioso (MVP), nomeadamente Emmanuel Quezada (1º de Agosto), Maodo Nguirane (JS Kairouanaise), Wayne Arnold (AS Salé) e James Justice (Smouha). O único “intruso” é o norte-americano Todd O’Obrien, do Al Ahly do Egipto.

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