Desporto

Núcleo duro de Voigt continua de pedra e cal

Melo Clemente, Radès

Dos 12 jogadores que desde ontem começaram a representar as cores da bandeira nacional na quarta janela de qualificação da zona africana para a Copa do Mundo de 2019, competição a ser realizada em oito cidades chinesas, apenas cinco fizeram o pleno.

Yannick (à esquerda) foi ontem o melhor marcador
Fotografia: Miqueias Machangongo | Edições Novembro

Tratam-se de Gerson Domingos, base do Interclube, Hermenegildo M’bunga, poste do Sport Libolo e Benfica, Yannick Moreira, poste do Paok da Grécia, Leandro Conceição, extremo-base do Sport Lisboa e Benfica, e Reggie Moore, extremo-poste do ASA.
Os jogadores acima referidos sempre mereceram a confiança do técnico norte-americano, Will Voigt, a quem foi incumbida a missão de qualificar Angola pela oitava vez para uma fase final de um Mundial, depois de ter disputado as edições de 1986 em Espanha, Argentina (1990), Toronto/Canadá (1994), Canadá (1998), Estados Unidos da América (2002), Japão (2006), Turquia (2010) e Espanha (2014). Os cinco atletas não falharam a disputa de qualquer janela.
Na primeira e terceira janelas, Yannick Moreira e o norte-americano naturalizado angolano Reggie Moore, lideraram a artilharia dos hendecacampeões africanos, com 70 e 50 pontos marcados, respectivamente. Yannick Moreira marcou 118 pontos, sendo 48 anotados nos jogos de controlo, na China.
Carlos Morais e Leonel Paulo, dois dos mais experimentados jogadores do cinco nacional, haviam falhado o estágio realizado na China, alegadamente por problemas pessoais. Com a integração dos dois jogadores, o jogo ofensivo da Selecção Nacional fica mais reforçado.

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