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Petrolíferos dão cartas no Tour de Madagáscar

Teresa Luís |

Com a conquista do primeiro lugar na classificação por equipas, a formação de ciclismo Bai/Sicasal/Petro de Luanda venceu a 14ª edição do Tour de Madagáscar, na distância de  mil, 238 quilómetros, num total de 11 etapas.

Ciclistas tricolores regressam a Luanda de ouro ao peito
Fotografia: M. Machangongo | Edições Novembro

O Tour, concluído no último domingo, contou com a participação de equipas profissionais da Holanda, Alemanha, Bélgica e França. As selecções dos Camarões, Congo Democrático, Etiópia, Eritreia, África do Sul, Petro de Luanda e a anfitriã representaram o continente.
Os tricolores superaram assim a meta traçada, que passava por discutir um lugar no pódio. O grupo às ordens de Carlos Araújo desembarcou ontem em Luanda. A participação, que resultou do convite da União Internacional de Ciclismo (UCI), visa o posterior encaminhamento dos tricolores a outras provas continentais.

Desistência


Na classificação individual, Dário António, líder da equipa, destacou-se na segunda posição. Mário Carvalho “Moreno”desistiu da competição, quando faltavam quatro etapas, por causa de uma queda.
Cruz Tuto “Tchole” ocupou o décimo posto, enquanto Bruno Araújo, com quatro triunfos por etapas, vencedor dos “sprints” intermédios e líder da camisola amarela, evidenciou-se no quarto lugar. Gabriel Cole “BM” terminou na 11ª  posição e Rui Ferreira, com uma vitória, foi distinguido como ciclista revelação, terminando a competição no quinto lugar.
Numa mensagem na internet, Bruno Araújo considerou positivo o balanço do grupo e agradeceu ao treinador e demais integrantes da equipa pelo título conquistado.
“Muito obrigado a todos que nos apoiaram e acreditaram em nós. Vamos continuar a trabalhar, porque futuramente teremos mais provas internacionais”, lê-se.

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