Desporto

Treze agremiações disputam três vagas

António de Brito

Com a participação de 13 equipas, divididas em duas séries, a 35ª edição do Zonal de Apuramento para o Girabola do próximo ano, arranca amanhã e termina na segunda quinzena de Agosto. Bikuku FC e União do Cuanza-Norte são as estreantes na competição.

Santa Rita de Cássia do Uíge ambiciona regresso à fina-flor
Fotografia: Paulo Mulaza|Edições Novembro

No total são 22 jogos, sendo 12 na série A e dez na B, que vão qualificar três equipas  para o Girabola de 2019. Os dois segundos de cada série jogam entre si, para definir o terceiro apurado, uma vez que os primeiros classificados passam automaticamente.
Integram a série A, as formações do ASA, Real Mbuco de Cabinda, Mpatu Aponta do Bengo, Dragões FC e Santa Rita de Cássia, ambas do Uíge, São Salvador do Zaire e União Recreativo do Cuanza-Norte.
Figuram na série B, Sporting do Bié, Bikuku FC da Lunda-Sul, Ferroviário do Huambo, Augusto Kafalango do Cunene, Sporting   Jackson Garcia, ambas da província de Benguela.
Das 18 províncias do país, onze competem no torneio, designadamente Luanda (ASA), Cabinda ( Real Mbuco), Bengo (Mpatu Aponta), Uíge (Santa Rita e Dragões FC), Zaire (São Salvador), Cuanza-Norte (União Recreativo), Bié (Sporting), Benguela (Jackson Garcia e Sporting) Lunda-Sul (Bikuku FC), Huambo (Ferroviário) e Cunene (Augusto Kafalango). Benguela e Uíge estão representadas com duas equipas cada.
Nesta edição do zonal, Bikuku FC e União Recreativo do Cuanza-Norte são as estre-antes, sendo que ASA, Santa Rita de Cássia, Sporting de Benguela e Sporting do Bié já participaram em edições anteriores do Girabola.
No ano passado, ASA e Santa Rita de Cássia baixaram de divisão. Em 1987 e 88, as equipas do Sporting de Benguela e do Sporting do Bié participaram pela última vez no campeonato.

Inquilinos habituais    
Jackson Garcia de Benguela, Ferroviário do Huambo, Dragões do Uíge, Real Mbuco de Cabinda, São Salvador do Zaire, Mpatu Aponta do Bengo e Augusto Kafalango do Cunene participam regularmente na prova, no intuito de garantirem presença inédita na maior cimeira do futebol angolano.
Ano após ano, por força dos problemas financeiros, regista-se um número decrescente de equipas. Anteriormente, o zonal era disputado no sistema de todos contra todos a duas voltas, com os três primeiros classificados a ascenderem à primeira divisão.
A partir de 2002, a Federação Angolana de Futebol (FAF), opta pelo sistema de séries com  s vencedores da cada grupo a qualificarem-se para o Girabola.
Contactado pelo Jornal de Angola, Jeremias Simão, presidente do Conselho Técnico da FAF, garantiu estarem reunidas as condições para o arranque do zonal."Fizemos as vistorias aos campos indicados pelas equipas  participantes. Penso que temos tudo alinhavado para o pontapé de saída da prova".
A jornada inaugural inscreve as partidas ASA-Dragões do Uíge, Santa Rita de Cássia-União do Cuanza-Norte. O São Salvador do Zaire descansa na série A, por imperativo de calendário. Na série B, o Sporting do Bié enfrenta o Bikuku FC, o Jackson Garcia de Benguela defronta o Ferroviário do Huambo, ao passo que o Sporting de Benguela mede forças com o Augusto Kafalango. O Domant FC do Bengo é o campeão em título do nacional da II Divisão.

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