Economia

AGT em Malanje prevê arrecadar mais de 2 mil milhões de kwanzas em 2019

Venâncio Victor | Malanje

A repartição fiscal de Malanje, afecta à segunda região tributária, prevê arrecadar até ao final de 2019 mais de 2 mil milhões de kwanzas para os cofres do Estado. No primeiro trimestre, foram cobrados mais de 600 milhões de kwanzas resultantes do pagamento dos impostos na província.

Os números foram avançados pela directora da segunda região tributária, Leonor Costa, no termo de um encontro que os deputados do círculo provincial mantiveram com a direcção regional da Administração Geral Tributária e da delegação das Finanças, que serviu para se inteirar do funcionamento das referidas instituições.

Leonor Costa explicou que o valor arrecadado supera a meta prevista pela instituição no período acima referido, registando-se um incremento equivalente a 32 por cento.
O aumento de receitas, segundo a directora da segunda região tributária, deve-se à realização de campanhas de sensibilização porta-a -porta, bem como os trabalhos de fiscalização e prevenção dos contribuintes relativamente às suas obrigações fiscais.
Na oportunidade, foi ainda anunciada a entrada em vigor do regime excepcional de regularização da dívida fiscal e aduaneira. Leonor Costa informou aos contribuintes e à população em geral que o referido regime tem a ver com a suspensão do pagamento da dívida fiscal e aduaneira do exercício económico 2013/2017, bem como das multas adicionais, juros e custos fiscais.
Por isso, solicitou aos contribuintes no sentido de aderirem a este regime que passa a vigorar até Junho de 2019.
Por seu turno o director provincial das Finanças em Malanje, Carlos Frederico, anunciou o lançamento do portal do munícipe que numa primeira fase vai abranger apenas quatro municípios, designadamente, Malanje, Calandula, Cangandala e Cacuso.
Carlos Frederico frisou que estão igualmente na forja os serviços de protocolo que permitem ao munícipe cumprir com as suas obrigações tributárias com o pagamento através da sua área de jurisdição visando desafogar as instalações da sede provincial.
“A direcção de finanças está a trabalhar no sentido de combater a fuga ao fisco na província”, referiu.
O deputado António Evaristo destacou o trabalho que está a ser realizado, apesar de se constatarem algumas dificuldades relacionadas com a falta de quadros.

 

Tempo

Multimédia