Economia

AIPEX dá informações sobre Angola a Portugal

Mais de 400 homens de negócio que acorreram ao stand da Agência de Investimentos e Promoção das Exportações de Angola (AIPEX) na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), realizada de 13 a 17 do corrente, apresentaram preocupações relacionadas com o visto de investidor e o re-gisto de investimento privado em Angola.

Pavilhão de Angola juntou 12 empresas nacionais na Bolsa de Turismo de Lisboa
Fotografia: ANGOP

Em nota de imprensa distribuída ontem, a AIPEX dá conta que outra preocupação apresentada, reiteradas vezes, pelos visitantes tem a ver com o repatriamento de capitais, situação que nos últimos anos criou alguns embaraços a alguns investidores estrangeiros, mas que começou a ser ultrapassada desde a tomada de posse do Presidente João Lourenço, em finais de 2017.
Durante os cinco dias que durou o evento, de acordo com a nota, a AIPEX manteve encontros bilaterais com os representantes de alguns países participantes como Moçambique e Zimbabwe, tendo este último manifestado interesse em adquirir mel de Angola.
Segundo a AIPEX, a maioria das empresas que contactaram a agência manifestou interesse em investir no ramo Sol Mar, com a abertura de resorts, a realização de actividades recreativas, surf e percurso de montanhas e balões de turismo.
O pavilhão de Angola na Bolsa de Turismo de Lisboa esteve representado por 12 empresas do ramo e foi inaugurado pela Ministra do Turismo, Ângela Bragança.
O objectivo principal da AIPEX na BTL foi essencialmente a divulgação e atracção do Investimento Privado para o sector do Turismo em Angola.
Para além dos expositores de centenas de distintas origens, o programa da BTL incluiu também workshops temáticos, apresentações de destinos turísticos, provas gastronómicas e apresentações culturais.
Para as próximas edições da Bolsa de Turismo de Lisboa, segundo a AIPEX, Angola vai procurar promover a cultura e a gastronomia, porque o turista moderno não se preocupa só com resorts ou hotéis para hospedagem.
A AIPEX é uma pessoa colectiva de direito público, dotada de personalidade jurídica, autonomia administrativa, financeira e patrimonial, vocacionada para a promoção das exportações, captação de investimento privado, registo de propostas de investimento, apoio institucional e acompanhamento da execução dos projectos de investimento e internacionalização das empresas angolanas.

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