Economia

Bengo: Gestores suspensos respondem por peculato

O administradores do Ambriz e dos Dembos, suspensos, na quarta-feira, pela governadora do Bengo, Mara Quiosa, estão a responder, em tribunal por crimes de peculato e falsificação praticada por empregado público no exercício de funções.

Fotografia: DR

José Domingos Muginga da Silva, administrador do Ambriz, e Mateus Domingos Manuel 'Nonox', administrador dos Dembos, foram suspensos na quarta-feira, sem que tenham sido avançadas as razões da decisão. Fontes do Jornal de Angola referem que ambos respondem em processos crime separados, que correm trâmites na Secção Única da Sala dos Crimes Comuns do Tribunal da Comarca do Dande.

José Domingos Muginga da Silva responde no processo nº 07-E/20, pelo qual foi acusado e pronunciado pela prática do crime de peculato. Mateus Domingos Manuel "Nonox' responde, no processo n.º 144-J/19, com outros réus, também funcionários públicos, pela prática dos crimes de peculato e falsificação.

Ambos foram suspensos das funções em obediência ao Código de Processo Penal, que os torna inábeis para o exercício de funções públicas, depois de o despacho de pronúncia ter passado em julgado (não ser passível de recurso).

Mateus Domingos Manuel foi nomeado para o cargo de administrador dos Dembos em Janeiro de 2018, enquanto José Muginga da Silva é administrador do Ambriz desde Julho de 2018. Para responder interinamente pelos assuntos correntes foram indicados os administradores municipais adjuntos para a Área Financeira e Orçamental, Tavares Ferreira (Ambriz) e Paula Cristina Laurindo (Dembos).

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