Economia

Centenas de empregos são providos pela indústria

Mais de duzentos novos postos de trabalho são criados até ao primeiro semestre de 2018, no Cuito, Bié, com entrada em funcionamento de quatro unidades fabris, ligadas à produção e engarrafamento de água e à indústria cerâmica, anunciou ontem à Angop o director provincial da Indústria e Geologia e Minas.

Unidades fabris ofereceram duzentos postos de trabalho
Fotografia: Kindala Manuel|Edições Novembro


António Paposseco disse que duas unidades de engarrafamento de água mineral estão a ser construídas, uma no centro administrativo do Cuquema, 17 quilómetros a sul do Cuito, outra  no centro do Cuito.
Contam-se também duas cerâmicas de tijolos e telhas construídas uma na comuna da Chipeta (município de Catabola) e outra na comuna do Cunje (Cuito)
Dada a escassez de divisas, 99 unidades fabris do Bié fecharam as portas depois de terem perdido a capacidade de importar matéria-prima de Portugal e Brasil, revelou o director da Indústria, Geologia e Minas do Bié.
António Paposseco afirmou que estão em funcionamento, no Bié, 236 unidades fabris, entre as quais se contam moageiras e padarias, nos municípios do Andulo, Cuito, Nharea, Camacupa, Chinguar, Chitembo, Cunhinga e Catabola.
Na terça-feira, o vice-governador provincial para o Sector Técnico e Infra-estruturas do Bié, José Tchatuvela, anunciou que Governo Provincial está a trabalhar com o empresariado nacional e estrangeiro para atrair investimentos para o Pólo Industrial do Cunje, situado sete quilómetros a norte do Cuito.
José Tchatuvela, que falava num acto de apresentação do Sistema de Informação Integrado (Simind) - uma plataforma de intercâmbio entre o Estado e a classe empresarial - indicou que o Governo Provincial do Bié pretende mais investimento da classe empresarial na indústria, para impulsionar a economia e melhorar a qualidade de vida da população da  província.

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