Economia

Empresas premiadas no fim das feiras

Victorino Joaquim

A empresa mobiliária Jorge e Silva venceu o grande prémio da III Expo-Indústria e XV Ptojekta 2018, que encerrou ontem em Luanda, depois de 15 mil pessoas terem visitado o certame que se realizava desde quarta-feira.

Líder da Jorge e Silva recebe prémio da melhor participação
Fotografia: Vigas da Purificação | Edições Novembro

A atribuição do prémio foi feita durante uma gala de premiação, na Zona Económica Especial, local que decorreu a exposição. O director da empresa, Jorge Silva, recebeu da ministra da Indústria, Bernarda Martins, uma estatueta de plástico resistente e um diploma.
Implantada no mercado há 14 anos, a empresa conta com 120 trabalhadores que garantem a produção de sofás, cadeiras, mesas e outro mobiliário para residência e escritórios.
O Banco de Poupança e Crédito (BPC) foi o vencedor da categoria de melhor participação em banca e serviços financeiros, enquanto a categoria de melhor participação do agro-negócio e agro-industrial foi arrebatada pela Indúve.
O prémio da melhor participação na construção civil e obras públicas entregue à empreiteira Pontes, Carmon, enquanto que a empresa Probetão venceu o prémio de melhor participação em equipamentos e materiais para construção civil. A Luandina, venceu o prémio de melhor participação indústria de bebidas.
A empresa Bagio, do sector da agro-indústria, venceu o prémio de melhor participação da indústria alimentar, a Nuvibrands o de melhor participação indústria de cosméticos e produtos de higiene, e a ACAIL o de melhor participação industria transformadora.
Os participantes contactados pela reportagem deste jornal deram nota positiva ao ambiente de negócios no local durante os dias do certame, com a maioria a concordar com a realização das duas feiras em simultâneo.
A generalidade dos expositores que participou na III Expo-Indústria e XV Projekta revelou-se satisfeita com a realização em simultâneo, das duas feiras, na Zona Económica Especial Luanda-Bengo, apesar dos constrangimentos registados, sobretudo a distância entre a cidade e o local do evento.
A grande maioria dos empresários ouvidos pela nossa reportagem afirmou ter efectuado muitos  contactos de negócios, que, geralmente, resultaram em manifestações de interesse de cooperação.
Um dos aspectos muito destacado pelos expositores é o facto desta edição ter reunido no mesmo espaço duas feiras, um facto inovador em toda a história de eventos desta natureza no país . “Foi uma interacção entre profissionais da indústria e do sector de construção civil, todos com os mesmos objectivos, que é de fazer negócios”, considerou Job Gomes, director de Qualidade da fábrica Cuca, empresa cervejeira angolana, pertencente ao Grupo Castel.
Júlia Gonçalves, coordenadora administrativa da empresa de construção civil Carmon, empresa angolana de construção de pontes, viadutos e passagens de nível superior presente nas três edições da Expo-Indústria, partilha da opinião de Job Gomes.
Para Júlia Gonçalves, esta feira foi mais “evoluída” em relação às anteriores, organizadas de forma separadas, tornando os contactos de negócios entre expositores limitados aos profissionais do mesmo ramos.

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