Economia

Entreposto de madeira pronto em Novembro

Lourenço Bule

A primeira fase da construção do entreposto de fiscalização e comercialização de madeira e derivados na província do Cuando Cubango, em curso desde Agosto deste ano, fica concluída no próximo mês, anunciou, na sexta-feira, na cidade de Menongue, o director do Gabinete Provincial da Agricultura e Pescas.

Fotografia: DR

António Pereira Vicente avançou a informação à im-prensa no final de uma visita que efectuou às obras da im-ponente infra-estrutura, a cargo da  empresa China Building Technic Angola Company Limitada (CBIGC), que prometeu concluir a primária fase em Novembro.
 O encarregado da obra, Keven Wang Wei, disse que o projecto está a ser executado numa área total de 27 hectares e, quando estiver concluído, vai contar com escritórios, área de recepção e processamento de madeira, serração, tratamento de resíduos, armazenamento, contentorização, oficina, posto de combustível, parque de estacionamento, restaurante, dormitórios para os funcionários e duas balanças com capacidade de 80 toneladas cada.
 Orçado em cinco milhões de dólares, a estrutura vai albergar, entre outros, os serviços, o Instituto Desenvolvimento Florestal (IDF), Comércio, Polícia Fiscal, Administração Tributaria (AGT) e banca..
Keven Wang Wei disse que, neste momento, os técnicos trabalham nos acabamentos das residências dos funcionários, área administrativa, agências bancárias, área para a recepção e processamento de madeira, armazenamento, contentorização e oficina.
 A segunda e última fase, disse, vai arrancar quando a área onde está a ser desenvolvido o projecto for declarada livre de minas pelo Instituto Nacional de Desminagem (INAD), que procede à remoção dos engenhos explosivos.
 O chefe de departamento do Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF) no Cu-ando Cubango, Abel Mambo, disse esperar que o entreposto contribua para a melhoria da gestão dos recursos florestais na província.
 Sem avançar números, afirmou que o investimento vai contribuir para a criação de novos postos de trabalho, por força da dinâmica das trocas comerciais entre fornecedores e compradores de madeira e dos serviços colaterais que vão surgir à volta do negócio.

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