Economia

EUA-HUAWEI, uma guerra sem fim nem vencedor à vista

Pedro Sousa Tavares

Ao impedir o acesso a vários serviços Android por telemóveis novos da Huawei, na sequência da "emergência" declarada há dias pelo Presidente Donald Trump, a Google poderá ter dado um rude golpe às perspectivas futuras do gigante tecnológico chinês.

Mas nesta fase ninguém arriscará dizer quem serão os vencedores e vencidos desta guerra comercial que começou há quase uma década. Ou sequer se haverá alguém a ganhar no final.

Antecedentes
As preocupações dos Estados Unidos com a Huawei remontam praticamente à entrada em força da empresa no mercado do país, no início desta década. O fundador da empresa, Ren Zhengfei, foi durante muitos anos engenheiro no Exército de Libertação Popular, de onde se reformou com um cargo de chefia.

E rumores (negados pela empresa) de que a Huawei teria recebido um generoso empréstimo de um banco estatal chinês, numa fase inicial do seu crescimento, alimentaram a suspeita de que poderia haver uma ligação umbilical entre a tecnológica e as autoridades de Pequim.

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