Economia

Exploração ilegal de sal preocupa as autoridades

As salinas do Lobito, desactivadas em 1972 por razões ambientais, estão a ser exploradas clandestinamente, com prejuízos para a economia e riscos para o meio ambiente, noticiou a agência Angop.

Fotografia: DR

“Pelo menos 600 pessoas, incluindo antigos trabalhadores das salinas do Lobito, estão envolvidas na extracção clandestina de sal, contrariando as orientações das autoridades”, lê-se na notícia da Angop.
O administrador municipal adjunto do Lobito para a área Administrativa e Técnica,  Jone de Carvalho, disse que a proibição da extracção de sal determinada pelas autoridades em 1972 continua em vigor.
“A Administração Municipal do Lobito, através de um comunicado divulgado a 29 de Março deste ano, reiterou a proibição”, disse. As salinas do Lobito foram desactivadas para evitar a contaminação do lençol freático na zona envolvente.
Jone de Carvalho adiantou que a Administração vai retirar compulsivamente as populações que exploram as salinas, para serem enquadradas no projecto Cidade do Sal, localizado na comuna do Chamume, a cerca de vinte quilómetros a sul da Baía Farta, onde terão trabalho e remuneração condignos.
Enquanto isso, uma equipa de fiscalização, integrada por inspectores das Pescas e Polícia Económica, trabalha no local,  de forma a desencorajar os compradores do produto.

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