Mercado angolano de capitais dinamiza o circuito secundário


19 de Maio, 2017

Fotografia: JAImagens | Edições Novembro

O Plano Estratégico da Comissão de Mercados de Capitais (CMC) para o período 2017/2022 poderá contribuir para o aprofundamento do mercado secundário de dívida pública e a preparação das bases para o surgimento efectivo do mercado de dívida corporativa.

A presidente da CMC, Vera Daves, disse que a dinamização do segmento dos fundos de investimento, o reforço da capacidade e eficácia da supervisão, através do uso de meios tecnológicos modernos e modelos baseados no risco, serão também objectivos a ter em conta, bem como a optimização e adequação da legislação do mercado ao ambiente económico que o país atravessa.
“Todas estas acções deverão ser complementadas pelo reforço das acções de educação financeira, com particular destaque para a implementação de um Programa Nacional de Educação Financeira sob a égide dos três reguladores do sistema financeiro nacional”, lê-se no relatório e contas de 2016 da instituição.
Para o sucesso dos objectivos traçados, a administração da CMC conta com o apoio das instituições financeiras que operam no mercado. De referir que a Comissão de Mercados de Capitais implementou, em 2016, um conjunto de iniciativas, entre elas, o lançamento da plataforma electrónica de supervisão e a assinatura de protocolos com cinco bancos da praça, com o objectivo de identificar projectos passíveis de financiamento via “Project Bonds”.
Projectos ligados à literacia financeira, ao lançamento do Mercado de Bolsa de Títulos de Tesouro (MBTT) e à operacionalização da Central de Valores Mobiliários (CEVAMA) foram outras acções da instituição no exercício agora reportado.
A Comissão de Mercados de Capitais regula, supervisiona, fiscaliza e promove o mercado de capitais e as actividades que envolvam todos os agentes que nele intervenham, directa ou indirectamente.

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