Economia

Produção de açúcar aumenta na Biocom

A Companhia de Bio-energia de Angola (Biocom) anunciou sexta-feira uma produção de cem mil toneladas de açúcar, 20.304 metros cúbicos de etanol e 170 megawatts de electricidade durante este ano.

Biocom regista índices crescentes de produção consecutivos
Fotografia: José Soares| Edições Novembro

A Companhia de Bio-energia de Angola (Biocom) anunciou sexta-feira uma produção de cem mil toneladas de açúcar, 20.304 metros cúbicos de etanol e 170 megawatts de electricidade durante este ano.
 O director de Operações da Biocom, Ricardo Guerra afirmou na abertura da colheita da produção do ano agrícola 2017/2018, que a produção de açúcar e etanol pode ter um impacto notório na redução das importações.
A produção ocorre em duas fases, sendo a primeira de Maio a Julho e a segunda de Julho a Outubro, disse Ricardo Guerra.
A Biocom é um projecto inserido no Pólo Agro-Industrial de Capanda, numa parceria entre o Estado angolano, e empresa brasileira Odebrecht. O projecto tem 2.634 trabalhadores, entre angolanos e expatriados.
A  empresa produziu,  de Junho  a  Dezembro  do ano  passado, 58.102  toneladas  de açúcar (contra  51 mil e  515 toneladas no mesmo período de 2016), 12.094 metros  cúbicos  de etanol  e gerou  62 megawatts  de energia  eléctrica. As colheitas atingiram  567 mil toneladas  de cana.
As  estimativas  para o  ano passado apontavam  para  uma produção  na ordem das  63 mil toneladas  de açúcar,  mas factores  ligados à seca  e  a avaria  de  um motor de 20 toneladas fizeram com que  a empresa não atingisse a quantidade projectada.
Com receitas  que rondam os 200 milhões  de dólares (uns 42 mil milhões de kwanzas),  a Biocom  tinha, em Dezembro, uma  área plantada de 22 mil hectares, mas que pode chegar aos 42.500 hectares na colheita de 2022.

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