Economia

Ricardo de Abreu incentiva ao trabalho na gestão dos aeroportos

O ministro dos Transportes, Ricardo Viegas de Abreu, desafiou aos gestores e quadros da Empresa Nacional de Navegação Aérea (ENNA-EP) que tomem em consideração o lema “Ninguém pode ficar para trás” na tomada de decisões e acções a desenvolver pela empresa.

Ministro Ricardo D’Abreu felicitou os quadros da ENNA-EP
Fotografia: António Soares| Edições Novembro


Na mensagem alusiva ao primeiro aniversário da ENNA, Ricardo Viegas De Abreu reconhece que nenhuma mudança estrutural se consegue finalizar no espaço de 12 meses.
“O que se conseguiu foi concretizar a mudança e dar o passo em frente, e agora precisamos de consolidar todos esses passos que nos permitiram chegar até aqui”, disse.

De acordo com o ministro para que tal ocorra, deve-se contar com todos os profissionais. Sobre o movimento de aeronaves, nos últimos tempos, a actividade da ENNA foi caracterizada em duas fases, sendo uma antes da Covid-19, na qual o movimento mensal cifrava-se em 4.477, e o depois Covid-19, que registou um movimento mensal de 693. O último número representa uma diminuição de 3.784 movimentos, representando uma diminuição de aproximadamente 85 por cento.

Entre as acções que devem ser asseguradas com a má-xima celeridade, o ministro elencou 10 itens, entre os quais a interligação dos serviços, o fornecimento e instalação de rádios digitais, a diminuição dos índices de “stress”, o retorno financeiro do investimento, a captação de novos clientes, o aumento da confiança dos operadores na utilização do espaço aéreo, melhoria das condições e meios de trabalho e capacitação do capital humano.

Não menos importante e que a ENNA tem de garantir, segundo o ministro, é também a maximização do potencial dos sistemas de navegação aérea, incluindo aqueles que, nos termos das convenções internacionais, dizem respeito às Regiões de Informação de Voo (RIV), sob a responsabilidade de Angola.

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