Economia

Taxa de natalidade é mais alta no Cunene

Pedro Peterson

A maior taxa de natalidade de empresas, em 2019, registou-se na província do Cunene, com 20 por cento.

Fotografia: DR

De acordo com o Anuário do Instituto Nacional de Estatística (INE), referente ao período 2016-2019, seguem-se as províncias do Uíge e Huambo, com 18,3 e 17,4 por cento, em 2016. Em termos de sector, a Educação com 18,2 por cento, Captação, tratamento e distribuição de água com 6,3 por cento e Electricidade, gás, vapor, água quente e fria aparecem com 4,3 por cento, respectivamente.

Segundo o INE, o tecido empresarial angolano, em termos de número de unidades registadas, observou uma tendência crescente ao longo do período em análise. O Anuário enfatiza que foram analisadas, no Ficheiro de Unidades Estatísticas das empresas (FUE), um total de 202 mil 496 empresas. Deste universo, 55 mil 957 encontravam-se em actividade em 2019, quando comparado com 2018, que tinha o universo de 52 mil 689 empresas activas.

No que toca à distribuição de empresas em actividade por província, o documento assegura que as mais representativas, nas quais se encontravam as maiores concentrações, em 2019, foram Luanda (59 por cento), Benguela (7,0), Huambo, Cuanza- Sul, Cabinda e Huíla, (todas com 4,0 por cento). Considerando a distribuição de empresas nos diferentes ramos de actividade, em 2019, segundo a Classificação de Actividades Económicas (CAE), permanecem em destaque o “comércio por grosso e a retalho" com 49,3 por cento, "Reparação de veículos automóveis e motociclos” com 9,1 e “alojamento, restaurantes e similares” 5,6.

Estão ainda na avaliação a ”Construção” com 5,5 por cento, “Indústria Transformadora” com 5,1 por cento, “Actividades administrativas e serviços de apoio” com 4,6 por cento, além das “Actividades de consultoria, científicas, técnicas e similares”, e “agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca” ambas com 4,0 por cento.

Em relação à Forma Jurídica (propriedade) das em-presas, destacam-se as empresas em nome individual, correspondem a 50 por cento, seguida das sociedades por quotas, que representam 46 por cento. Nos sectores institucionais, as “famílias” e as “sociedades não financeiras privadas nacionais predominam com 50 e 49,3 por cento cada.

As províncias do Bengo e Cuando Cubango registaram as maiores taxas de mortalidade de empresas em 2019 com 4 e 5 por cento do total de empresas falidas, segundo o Anuário de 2016/2019 do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Tempo

Multimédia