Economia

Técnicos preparados para o comércio livre

Natacha Roberto

Os técnicos do Serviço Nacional das Alfândegas estão a adquirir conhecimentos para as .transacções, no quadro da Zona de Comércio Livre da SADC, com uma acção de formação sobre “As regras de origem da Organização Mundial das Alfândegas” que decorre de ontem até sexta-feira.

Nações Unidas ajudam Angola a formar quadros alfandegários
Fotografia: Eduardo Pedro | Edições Novembro

A especialista da Organização Mundial das Alfândegas (OMA), Meete Wederlin Azzan, que orienta a acção formativa, considerou Angola um mercado com obrigações imprescindíveis na observação das regras de origem dos produtos a nível da região. 

Notou que as irregularidades na observação das regras de origem acontecem mais quando há má interpretação, levando ao preenchimento dos certificados de forma errada, o que explica o seminário.
O director dos Serviços Aduaneiros da Administração Geral Tributária (AGT), Garcia Afonso, considerou importante a formação, uma vez que Angola, ao integrar na Zona de Comércio Livre, vai diversificar a economia e expandir a oferta de mercadorias.
O seminário de capacitação aborda “As regras de origem preferenciais e o papel das Alfândegas”, “Regimes do sistema de preferências generalizadas”, “Tratamentos preferenciais para os países menos avançados”, “Acordos de comércio livre aplicáveis a Angola” e “Irregularidades e fraude em matéria de origem”.
Angola está integrada na Organização Mundial das Alfândegas, instituição intergovernamental sedeada em Bruxelas para, entre outros objectivos, prestar assistência técnica para as administrações aduaneiras dos países membros a atingirem as metas nacionais.

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