Economia

Zaire: Empresas de serviços solicitam inserção nas medidas de alívio

Victor Mayala | Soyo

Agentes económicos do município do Soyo (Zaire) defenderam a inclusão do sector não produtivo no Programa de Alívio Económico, lançado pelo Executivo no passado mês de Abril, para acudir as micro, pequenas e médias empresas com dificuldades de tesouraria.

Fotografia: DR

Avaliado em 488 mil milhões de kwanzas, o pacote financeiro é monitorizado pelo Instituto Nacional de Apoio às Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) e implementado pelo Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA). Alguns agentes económicos que operam na região, sobretudo no sector não produtivo, abordados pelo Jornal de Angola, enaltecem a iniciativa do Executivo, mas entendem que outros sectores da actividade económica, como os casos da hotelaria, turismo e comércio, deviam ser contemplados, por estarem também a viver dificuldades financeiras, em consequência do surgimento do novo Coronavírus.

style="text-align: justify;">“Gostaríamos que o Governo revisse as medidas de alívio económico para que possam abranger todas as áreas da actividade. Estamos a enfrentar grandes dificuldades financeiras, porque as nossas receitas baixaram consideravelmente, facto que pode nos levar à falência”, disse José Suzana, grossista de diversos bens alimentares. Várias pequenas e micro-empresas do sector de serviços foram abaladas pelo impacto da Covid-19, como é o caso dos hotéis, restaurantes e discotecas, que viram a sua actividade interrompida ou reduzida, o que provocou prejuízos financeiros incalculáveis.

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