Economia

Zona Económica Especial integra órgão continental

Victorino Joaquim

A Zona Económica Especial Luanda-Bengo (ZEE) integra, desde o último mês de Fevereiro, a Associação Africana das Zonas Económicas e Francas (AFZO na sigla em inglês), o que coloca o país na rota dos principais investi-dores estrangeiros.

Fotografia: DR

Em nota de imprensa distribuída ontem, a Sociedade de Desenvolvimento da Zona Económica Especial refere que, como membro activo da AFZO, a Zona Económica Especial Luanda-Bengo tem a oportunidade de colocar o país entre as opções dos principais investidores internacionais que procuram o mercado africano para investir.

Com sede em Marrocos, a AFZO está activamente engajada na consecução de objectivos estratégicos, atraindo investimentos estrangeiros directos e contribuindo para o desenvolvimento socioeconómico dos seus membros.
A organização oferece suporte às Zonas Económicas e Zonas Francas Africanas, com foco no crescimento e prosperidade, contribuindo para a industrialização dos países do continente. Criada pelo Governo angolano, em Outubro de 2009, a Zona Económica Especial Luanda-Bengo, surge com o objectivo de aumentar a produção na-cional, reduzir as importações e promover a diversificação da economia.
Localizado entre Luanda e Bengo, numa área de 8.300 hectares, A ZEE é um espaço aberto ao investimento nacional e estrangeiro, dotado de infra-estruturas necessárias para instalação de unidades industriais, agrícolas, mineirais, comerciais, logísticas e serviços financeiros.As Zonas Económicas e Zonas Francas multiplicaram-se em todo o Mundo desde a década de 80, principalmente em resposta à onda e às mudanças no comércio geral e na cadeia de valor industrial.
Até 2018, mais de 200 zonas económicas e francas já estavam implementadas no continente africano, com o objectivo de atrair investimentos estrangeiros directos e oferecer instalações adequadas para receber actividades industriais, logísticas e de serviços.

 

 



 

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