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“Devemos ser nós a projectar as nossas cidades”

Formado no âmbito dos postulados da corrente da arquitectura moderna, o novo presidente da União Africana dos Arquitectos (UAA), eleito no final de Junho, nas Maurícias, assume que se “desvia”, de quando em vez, para as linhas da arquitectura contemporânea. Em entrevista ao Jornal de Angola, Victor Leonel diz que "os arquitectos africanos devem estar na vanguarda do resgate da nossa e da memória colectiva de África". Na sua visão, o problema da cidade de Luanda não é tão grave quanto o de algumas capitais de outros países. Recusa a ideia de que a cidade esteja condenada ao falhanço, pois acredita que existem boas soluções à vista para fazer de Luanda uma localidade com qualidade e de qualidade. Porém, adverte que é necessário intervir “tempestivamente” e preconiza a urgência de construir com o povo, pois tal significa "torná-lo parte da solução".

Importadores partilham dados em plataforma

A integração de várias funcionalidades num mesmo sistema é apontada como uma das principais vantagens do ASYCUDA World, que permite que todos os intervenientes do processo de desalfandegamento interajam e partilhem dados na mesma plataforma, garantindo maior controlo aduaneiro, a redução do tempo de desalfandegamento e dos custos das mercadorias para o consumidor final. O ASYCUDA prevê maior comodidade de todos os agentes da cadeia de importação e exportação, dentro de um mesmo sistema, reduzindo a circulação de documentos impressos. Actualmente, cerca de 80 por cento das declarações já são processadas por esse sistema e uma boa parte da comunidade aduaneira já conhece o projecto e beneficia das suas vantagens.
A directora dos Serviços Aduaneiros da Administração Geral Tributária, Inalda Manjenje, aborda, nesta entrevista, alguns aspectos relevantes sobre o ASYCUDA, um ano após o seu lançamento na província de Benguela.

Cabo Verde independente há 43 anos

A República de Cabo Verde, integrada por dez ilhas, situada na costa ocidental de África, comemora hoje 43 anos de independência. Neste espaço de tempo o pequeno arquipélago, com 4.033 quilómetros quadrados, somou conquistas que o colocam num lugar de relevo em África. Fruto de um sistema integrado de saúde, educação e políticas públicas saiu do grupo de países mais pobres, onde se encontrava quando proclamou a independência de Portugal, para ascender à categoria de país de rendimento médio. São imensos desafios do desenvolvimento. Mas os cabo-verdianos apostaram e vão ganhar. A afirmação é de Jorge Eduardo St’Aubyn de Figueiredo embaixador Extraordinário e Plenipotenciário de Cabo Verde em Angola, em entrevista ao Jornal de Angola.

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