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“Universidades angolanas menosprezam os estudos de guerra e de segurança”

O seu campo de estudos é a guerra em Angola e na África Austral. O seu trabalho de pesquisa é reconhecido e estudado em Universidades estrangeiras. Mas em Angola não. Ele próprio  diz porquê: “O nosso meio universitário não valoriza os estudos de defesa nem os de segurança. Não digo que haja apatia, mas o certo é que as pessoas têm de despertar para isso”. E acrescenta: “Os Estados nacionais que se prezam e as suas instituições não podem menosprezar os estudos estratégicos, de guerra, de defesa e de segurança.”  Aqui, retoma uma afirmação constante de um dos seus livros, de que no auge da Batalha do Cuito Cuanavale a África do Sul esteve à beira de lançar um ataque nuclear contra a cidade de Luanda.

“A Junta não teria razão de existir se os nossos hospitais funcionassem”

Hoje, Dia Mundial da Saúde, o Jornal de Angola traz uma entrevista concedida pelo director-geral da Junta Nacional de Saúde, Augusto Lourenço, que fez uma interessante “radiografia” da instituição, que, no seu entender, não está capacitada para dar resposta a todas as necessidades da população em termos de saúde. O médico falou das dificuldades no envio de doentes para o estrangeiro e dos avanços conquistados pela Junta desde a sua criação.

Médicos são vítimas do sistema de saúde

O Jornal de Angola procurou, na visão de um médico, avaliar as enfermidades que assolam o exercício da Medicina no país e o seu impacto na vida dos cidadãos. Desde as inquietações mais usuais no nosso quotidiano, às políticas do Estado direccionadas ao sector, o Dr. Carlos Mariano Manuel, professor titular da UAN e antigo PCA do Hospital Américo Boavida, não hesita em colocar o dedo na ferida, atribuindo responsabilidades e méritos a quem os merece. 

Só quero que as pessoas sejam felizes

Músico, intérprete e compositor distinguido como continuador das raízes do Semba, Paulo Flores abre hoje, de forma excepcional, a presença na quinta temporada do projecto “Show do Mês”, no Royal Plaza Hotel, em Talatona. Em entrevista ao Jornal de Angola, o cantor fala da carreira, que entra para a casa dos 30 anos: “As pessoas deixam-me falar sobre elas. Têm confiança na forma como exponho a nossa dor, a nossa mágoa e a nossa esperança. E, por tudo isso, 30 anos depois estar aqui. Cada vez a fazer mais músicas, mais letras. Tenho guardadas 60 ou 70. Tenho, talvez, 50 ou 60 convites para gravar. Não posso responder a todos. Há muita gente que me liga porque quer gravar um disco e acha que posso ajudar.”

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