Mais NotíciasMais Notícias sobre Entrevista

Alves da Rocha pede atenção à pesquisa

O director do Centro de Estudos e Investigação Científica (CEIC) da Universidade Católica de Angola (Ucan), Alves da Rocha, afirmou que as instituições do ensino superior não têm retaguarda financeira para realizar pesquisas e dependem de doações. Em entrevista ao Jornal de Angola, o professor titular da Faculdade de Economia e Gestão da UCAN sublinhou que a investigação comanda as grandes economias e as verbas não devem ser apenas alocadas pelo Estado.

“Angola deve apostar numa indústria militar para garantir a auto-sustentabilidade das FAA”

João Alexandre Paulo de Morais é um jovem luso-angolano, de 32 anos, nascido em Campo Grande, Lisboa. Licenciado em Desenvolvimento Global e Relações Internacionais pela Universidade de Leeds Beckett, no Reino Unido, e pós-graduado em Gestão de Recursos de Defesa para Oficiais Superiores, pela Universidade de Defesa da Roménia, e mestrando em Logística e Cadeia de Abastecimento, com especialidade em Logística Militar, pela Universidade de Northumbria. O jovem luso-angolano trabalhou para a Organização do Tratado Atlântico Norte (OTAN), um órgão de segurança militar intergovernamental, criado a 4 de Abril de 1949, tendo integrado o Programa de Graduados da OTAN, depois de ter sido seleccionado de entre um vasto grupo de candidatos, para integrar o Departamento de Planeamento e Operações Logísticas no Comando do Estado Maior da NATO, em Mons, Bélgica, e, posteriormente, o Departamento de Planeamento Logístico das Forças Terrestres, na Turquia. O especialista recomenda a criação de uma indústria militar, para a garantia da auto-sustentabilidade das Forças Armadas Angolanas (FAA)

Angola pode capitalizar mais com a presença em Genebra

A embaixadora e representante permanente de Angola junto dos Escritórios das Nações Unidos e outros Organismos Internacionais em Genebra, Suíça, Margarida Rosa da Silva Izata, em entrevista ao Jornal de Angola, defendeu que o País pode capitalizar muito mais com uma maior comunicação entre a missão diplomática e os órgãos nacionais com ligações directas e regulares com o Conselho dos Direitos Humanos (CDH), Organização Mundial da Saúde (OMS), Organização Internacional do Trabalho (OIT), Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), Organização Mundial do Comércio (OMC) e a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (CNUCED)

Angola terá mais satélites em órbita em diversas áreas de conhecimento

O Angosat-2 está actualmente a ser construído em França, devendo estar em órbita em 2021. O Ministro das Telecomunicações e Tecnologia de Informação, José Carvalho da Rocha, disse, em entrevista ao Jornal de Angola, que, além deste satélite, o país terá outros, em diversas áreas do conhecimento. Relativamente ao paradeiro do Angosat-1, reafirmou que continua em órbita, mas sem transmitir sinal algum. Esclareceu que, em razão das necessidades do país em comunicação, a Rússia disponibilizou um mini satélite. O governante abordou ainda a privatização da Angola Telecom, sobre a qual garantiu que vai acontecer este ano, sem, contudo, avançar datas, nem futuros accionistas.

“Transporto em mim Cabo Verde e todo o continente africano que me inspira de forma infinita”

Muito mudou em Mayra Andrade desde Lovely Difficult (2013). A chegada aos 30 anos - hoje tem quase 34 - iniciou na cantora uma revolução que ainda nada foi capaz de travar, libertou-a, deu-lhe força, uma força marcadamente feminina, apresentou a cantora à sua voz e ela começou, de uma vez por todas, a cantar a sua vida. Manga, o novo disco, lançado nesta sexta-feira, é essa espécie de auto-retrato sem autocensura. A quem não gostar, previne, resta-lhe os anteriores quatro álbuns.Talvez não por acaso, Manga começou a formar-se depois de Mayra Andrade se mudar para Lisboa e numa noite sonhar que encontrara David Bowie, seu vizinho, conta no final da entrevista, com o gravador já desligado. Raramente se fala dela sem percorrer a sua trajectória, que começa em Cuba, onde nasce, e atravessa Cabo Verde, claro, a sua terra, Senegal, Angola, Alemanha ou França. Em relação à música que faz, ela não tem dúvidas: “... Claro que transporto em mim Cabo Verde e todo o continente africano que me inspira de forma infinita”

ver arquivo

Tempo

Multimédia