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“A França não tem dinheiro ilícito para repatriar”

A França não está na primeira linha para ajudar Angola no repatriamento de capitais ilícitos no exterior, porque a maioria do dinheiro está noutros países. O embaixador francês em Angola, Sylvain Itté, assegurou, entretanto, que, no quadro das organizações internacionais, o seu país pode dar algum apoio às autoridades angolanas. Em entrevista ao Jornal de Angola,  Sylvain Itté disse  que a visita do Presidente João Lourenço a França  permitiu o reforço da cooperação e confirmar a reaproximação com Angola. O diplomata sublinhou a necessidade de se facilitar o acesso às divisas aos estrangeiros que operam no país.

“Angola tem uma economia vibrante”

O antigo Presidente de Moçambique considera “espectacular” o processo de reconstrução de Angola. “Também fiz a reconstrução do meu país, mas a de Angola está a ser um tanto ou quanto espectacular”, afirmou Joaquim Chissano, em entrevista colectiva a jornalistas. O nacionalista moçambicano reconheceu que, apesar dos longos anos de guerra e destruição, o país teve uma “direcção clarividente”, que soube fazer a paz, a reconciliação nacional e dirigir bem a economia, para iniciar o processo de reconstrução. Joaquim Chissano disse ainda que, mesmo com a crise mundial, provocada pelo baixo preço do petróleo no mercado internacional, a ideia de diversificação da economia angolana foi posta sempre em prática. Chissano falou também das experiências do seu país no capítulo das autarquias, da democratização no continente africano, das mudanças políticas que ocorrem em Angola e do processo de paz em Moçambique, sobretudo, depois da morte do líder da principal força da oposição, Afonso Dlakhama.

"Exportamos muita sardinha para a China"

No ano transacto, a pesca superou as previsões: atingiu 530.675 toneladas. O número ultrapassa as metas constantes no Programa Nacional de Desenvolvimento 2013-2017, que fixam as capturas de pescado em 484 mil toneladas anuais. Os dados foram avançados pela ministra das Pescas e do Mar, Victória de Barros Neto, em entrevista ao Jornal de Angola. A governante acrescenta que, relativamente ao processamento,  foram instaladas várias fábricas, com o apoio do sector privado, nos principais centros piscatórios do país, nomeadamente, Benguela, Namibe e Cuanza-Sul. As iniciativas  geraram mais de cinco mil postos de trabalho, directos e indirectos.

“Estamos preparados para vencer o combate contra a corrupção”

Na sua entrevista em exclusivo à Euronews, o Presidente da República, João Lourenço, explicou à Euronews a sua visão para o país que tenta sair de uma grave crise económica. Uma conversa sem tabus com o Chefe de Estado que garantiu uma transição de poder sem sobressaltos depois de 38 anos de governação de José Eduardo dos Santos. Encontrámos o Presidente em Toulouse, França, na primeira visita de Estado de João Lourenço à Europa. A entrevista foi conduzida por Miche Santos.

BAI Cabo Verde segue as regras da União Europeia

À primeira vista confunde-se com a matriz. O detalhe na sua logomarca desfaz o equívoco: o BAI Cabo Verde é uma entidade registada
e regulada no país. Logo, não é sucursal ou dependência. Tem identidade jurídica própria. Estabeleceu-se no arquipélago em 2008 com
 a missão de ser um banco de referência, percebido como o melhor parceiro de negócios procurado pelas oportunidades de desenvolvimento profissional e pela valorização do retorno gerado. Em dez anos ganhou inegável visibilidade. A presença na publicidade   tornou a marca bem conhecida. Há dois anos o banco inaugurou a sua sede. Tem cerca de vinte mil clientes e oito agências no país insular que conta aproximadamente com quinhentos mil habitantes. Os números são expressivos.
O banco “goza de boa saúde”. A garantia é dada por Carlos Bessa Chaves, presidente da Comissão Executiva do BAI Cabo Verde
em entrevista ao Jornal de Angola.

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