Arquivo

Filtrar por Data

“Cabo Ledo ainda é um diamante por lapidar”

O director-geral do Pólo de Desenvolvimento Turístico do Cabo Ledo, Jacob Pinto Moisés, destacou, em entrevista ao Jornal de Angola, a inexistência de infra-estruturas básicas, energia eléctrica, água potável, rede viária e telecomunicações como sendo elementos de retracção de investimentos naquela zona. Para ele, a aprovação do plano de gestão e de ordenamento do território pode mudar o curso dos acontecimentos.

“Eu era um autêntico forasteiro na minha própria terra”

Viveu mais de quarenta anos fora do país, onde internacionalizou a sua música e elevou ao mais alto nível a bandeira de Angola. No seu regresso à Pátria, Waldemar Bastos disse ter sofrido perseguições que o forçaram e a sua família a procurar “outros portos de abrigo”. Entretanto, nem tudo correu bem. O músico lamentou a morte do seu primogénito, vítima de assassinato, em circunstâncias misteriosas, e anunciou para o final do ano o seu próximo disco, que já tem título. Mas o autor prefere não revelar, por enquanto.

“Repusemos a credibilidade da Filda”

O título da entrevista que abaixo se lê é a síntese do balanço das três últimas edições da Feira Internacional de Luanda, avançado pelo presidente do conselho de administração do Grupo Arena, que, desde 2017, realiza, por via da Eventos Arena, a maior bolsa de negócios no país, em parceria com o Ministério da Economia e Planeamento. Na entrevista, Bruno Ricardo Albernaz deu ênfase ao facto de o restabelecimento da credibilidade da Filda ser resultado de “muito trabalho, dedicação e seriedade”. O gestor afirmou que, ao contrário do que se pensa, a localização geográfica da Zona Económica Especial, onde a Filda é realizada desde 2018, não compromete o sucesso do evento, porque o Grupo Arena executa uma estratégia de mobilidade e de acesso de visitantes à maior bolsa de negócios em Angola. A prova está no aumento do número de visitantes, de 10.500, em 2018, para 35 mil, este ano. Bruno Albernaz afirmou não ter dúvidas de que, “neste momento, a Zona Económica Especial é o melhor lugar para a realização da Feira Internacional de Luanda”.

Casa de Angola em Lisboa assume papel aglutinador

A Casa de Angola em Lisboa pode desempenhar papel aglutinador, devendo cooperar com as demais associações da comunidade angolana, sempre em parceria com as entidades que representam o Estado no exterior. Esta tese é do presidente desta agremiação, Zeferino Boal, em entrevista à Angop, a propósito do 48º aniversário da instituição, assinalado em Junho. "Reina uma ansiedade pelo sucesso das políticas nacionais", sublinhou

País tem elevado índice de analfabetismo na relação de consumo

Empossado no cargo de director-geral do Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (INADEC), em Maio último, Diógenes de Oliveira, que até recentemente liderou a Associação Angolana dos Direitos do Consumidor (AADIC), uma organização da sociedade civil, admitiu que é prematuro para a maioria dos consumidores confiar no trabalho da instituição. Em entrevista ao Jornal de Angola o jurista, que dirige o instituto público, criado para mediar os conflitos que surgem no decurso das relações de consumo, considera que “o país ainda apresenta um índice bastante elevado de analfabetismo na relação de consumo”.

“Não exerci advocacia enquanto era juíza do Tribunal Constitucional”

Luzia Sebastião é juíza conselheira jubilada do Tribunal Constitucional, onde trabalhou desde a sua criação, em 2008, até 2017. Nomeada no ano passado directora-geral do Instituto Nacional de Estudos Judiciários (INEJ), a também Professora de Direito Penal da Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto confirma o pedido de demissão de directora do INEJ e diz que deixou de ser advogada depois que foi indicada para juíza do Tribunal Constitucional. Tinha a ideia de criar escolas de formação de magistrados nas cinco regiões onde vão ser instalados tribunais da Relação

“Luanda caótica é a musa das criações da nossa geração”

Co-realizadora e produtora do filme “Para lá dos Meus Passos” , Paula Agostinho fala, em entrevista exclusiva para este caderno, sobre a génese da obra, que segue o processo de criação do espectáculo “(Des)construção”, da Companhia de Dança Contemporânea de Angola. A cineasta afirma, entretanto, que o documentário vai mais longe, abarcando a caótica cidade de Luanda como o “derradeiro palco”

“As embarcações irregulares não serão legalizadas”

O sector das Pescas poderia ser um dos principais motores de desenvolvimento do país. No entanto, a realidade é bastante diferente.O sector é fundamentalmente informal, com enormes problemas ao nível do circuito de conservação, compra e venda e de fiscalização das embarcações artesanais, semi-industriais e industriais. Os armadores angolanos lamentam a concorrência desleal e a deficiente regulação, realidade que pode colocar em causa a sustentabilidade do sector. “Após seis meses de trabalho, já começo a sentir uma integração quase total. Nós saímos de uma situação em que as pessoas tinham que arranjar meios de subsistência. O que se verifica é que, primeiro, as pessoas instalam-se e só depois se regularizam. É mais ou menos este processo que estamos a tentar fazer. Viemos com a missão de reorganizar o sector”, disse, em entrevista exclusiva ao Jornal de Angola a ministra das Pescas, Maria Antonieta Baptista

Tempo

Multimédia