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“Angola continua sem política eficiente de valorização de quadros de excelência”

A citação que dá título a esta entrevista é do jovem angolano João Paulo de Morais, especialista em Logística Militar e Gestão de Recursos de Defesa, especialidades que estão na origem de um convite que lhe foi formulado pela consultora britânica SMI, especializada em questões de Defesa e Segurança Internacional, para ser um dos oradores da “20ª Conferência Anual sobre Transporte Aéreo Militar e Reabastecimento Ar-Ar”, que vai decorrer de 3 a 4 de Dezembro, em Lisboa, Portugal. O entrevistado, de 33 anos, já trabalhou para a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e é o primeiro angolano a participar, como orador, no evento.

“Sempre acreditei numa Angola melhor”

Deixou, em 1987, a cidade de Aalborg, na Dinamarca, para abraçar uma causa na província do Bengo, numa altura em que havia muitas dificuldades no país, devido à guerra. Com 30 anos, Rikki Viholm deixou a família e a paz do país escandinavo, para se juntar aos angolanos, porque se apaixonou à distância por Angola e daqui não mais arredou o pé, até que adquiriu a nacionalidade, em 2002. Na conversa que se segue, a senhora dos "fardos" da ADPP (Associação de Desenvolvimento de Povo para Povo, uma ONG) diz que conhece as 18 províncias, é fã das músicas de Bonga, é adepta da equipa de andebol feminina do 1º de Agosto. Acrescenta que sabe cozinhar funje, adora kizaca e muteta e não se importa de degustar esse quitute onde quer que esteja

Só 20 por cento dos migrantes africanos vão para fora de África

O académico guineense Carlos Lopes foi adjunto de Kofi Annan na ONU e é hoje professor na Nelson Mandela School of Public Governance, na Cidade do Cabo. O Diário de Notícias entrevistou-o em Lisboa, onde participou na conferência ÁFRICA XXI. Na entrevista, Carlos Lopes prevê, em parte, um quadro favorável ao futuro de África. “Vai ser uma espécie de reservatório da juventude mundial, a tal ponto que uma em cada duas crianças no mundo, a partir de 2040, são africanas”

Cimeira de Sochi é ponto de partida para construção de parcerias justas

Vladimir Putin considera que a Cimeira Rússia-África, que se realiza hoje e amanhã, na cidade de Sochi, é um ponto de partida para a construção de parcerias justas, baseadas na igualdade de direitos e no interesse mútuo. "Pretendemos discutir ideias com os parceiros, sistematizá-las e, de forma concreta, incluí-las na declaração final", disse o Presidente russo em entrevista à agência TASS. Sublinhou que o seu país e os Estados africanos estão ligados por relações "tradicionalmente amigáveis" e lembrou o apoio soviético à luta de libertação do continente.

Terminei com as mortes políticas na Guiné-Bissau

Primeiro Presidente a concluir o mandato de cinco anos desde a abertura democrática, em 1994, José Mário Vaz esteve em Lisboa, numa iniciativa de pré-campanha de lançamento da recandidatura à presidência da Guiné-Bissau. O político, de 61 anos, falou sobre a actual situação política no país, do combate à corrupção e ao tráfico de drogas e as prioridades para o próximo mandato, se for escolhido para continuar no cargo, nas eleições presidenciais de 24 de Novembro. Em entrevista para o Jornal de Angola, o candidato à reeleição destaca ter levado a paz civil, tranquilidade interna e liberdade ao país

Das realizações aos insucessos no mandato

Ana Liliana Avião foi, até à noite de ontem, a detentora da coroa de Miss Angola. Nasceu em Angola, mas em tenra idade emigrou com a mãe para Benelux (Holanda), onde concorreu e venceu o título de Miss Angola-Holanda. Horas antes de efectuar a entrega da coroa de mulher mais bela de Angola, Ana Lilliana Avião desvendou-nos, detalhadamente, o percurso sinuoso que marcou o seu mandato, ofuscado pela crise política e económica e a falta de patrocínios, assim como a ausência da madrinha, que é um dos principais rostos que sempre apostou no Miss Angola. Foi com sorriso afável que Ana Avião nos recebeu. Leia, na íntegra, a entrevista em que ela recorda vários momentos da sua vida como Miss Angola 2018 e onde se mostra aos leitores, sem medo da verdade, como uma verdadeira mulher

“Estamos a apertar o cerco no combate ao crime e aos marginais”

O comandante da Polícia Nacional no Namibe, comissário Alberto Sebastião Mendes “Limão”, considera “estável” a segurança na província, apesar de no primeiro semestre ter registado 953 crimes de natureza diversa, um aumento de 27 casos, em comparação com o mesmo período do ano passado, em que foram registados 926 crimes. Em entrevista ao Jornal de Angola, reconhece que o Namibe tem servido de refúgio para muitos marginais que cometem crimes noutras províncias. “O Namibe foi sempre uma província incubadora de marginais. Temos muitos marginais que cometeram crimes violentos na Huíla, alguns no Huambo, e foram detidos aqui. Estamos a apertar o cerco e não vamos dar tréguas aos marginais que se escondem no Namibe, porque em prazo de 48 horas serão apanhados”

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