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Importadores partilham dados em plataforma

A integração de várias funcionalidades num mesmo sistema é apontada como uma das principais vantagens do ASYCUDA World, que permite que todos os intervenientes do processo de desalfandegamento interajam e partilhem dados na mesma plataforma, garantindo maior controlo aduaneiro, a redução do tempo de desalfandegamento e dos custos das mercadorias para o consumidor final. O ASYCUDA prevê maior comodidade de todos os agentes da cadeia de importação e exportação, dentro de um mesmo sistema, reduzindo a circulação de documentos impressos. Actualmente, cerca de 80 por cento das declarações já são processadas por esse sistema e uma boa parte da comunidade aduaneira já conhece o projecto e beneficia das suas vantagens.
A directora dos Serviços Aduaneiros da Administração Geral Tributária, Inalda Manjenje, aborda, nesta entrevista, alguns aspectos relevantes sobre o ASYCUDA, um ano após o seu lançamento na província de Benguela.

Cabo Verde independente há 43 anos

A República de Cabo Verde, integrada por dez ilhas, situada na costa ocidental de África, comemora hoje 43 anos de independência. Neste espaço de tempo o pequeno arquipélago, com 4.033 quilómetros quadrados, somou conquistas que o colocam num lugar de relevo em África. Fruto de um sistema integrado de saúde, educação e políticas públicas saiu do grupo de países mais pobres, onde se encontrava quando proclamou a independência de Portugal, para ascender à categoria de país de rendimento médio. São imensos desafios do desenvolvimento. Mas os cabo-verdianos apostaram e vão ganhar. A afirmação é de Jorge Eduardo St’Aubyn de Figueiredo embaixador Extraordinário e Plenipotenciário de Cabo Verde em Angola, em entrevista ao Jornal de Angola.

"Temos desenvolvido actividades que dão visibilidade a projectos"

O Centro de Imprensa Aníbal de Melo (CIAM) comemora amanhã, 25 de Junho, 42 anos. A instituição, tutelada pelo Ministério da Comunicação Social, cresce todos os dias, segundo o seu director-geral, António Mascarenhas. O responsável do CIAM garantiu, em entrevista ao Jornal de Angola, que “a casa deu um salto qualitativo, o que a torna hoje numa instituição “mais forte e capaz de responder às novas exigências”. António Mascarenhas destacou, entre os serviços que tornam o CIAM dinâmico e inovador, a realização de programas com a imprensa estrangeira, entre os quais o “Press Tour”, que tem permitido dar enorme visibilidade aos grandes projectos e zonas de incentivo ao investimento estrangeiro.

País sem corrupção assegura melhor saúde

O segredo para solucionar os problemas da saúde e o saneamento básico tem de partir da articulação permanente entre os departamentos ministeriais. A afirmação é do secretário de Estado para a Saúde Pública, José Vieira Dias da Cunha, em entrevista ao Jornal de Angola, na qual disse que, “se não houver um sistema  de recolha de lixo em condições, um sistema que não permita que as águas se acumulem em determinados locais, uma eficiente distribuição de água potável e a possibilidade de alimentar de forma equilibrada a população, muito dificilmente se vai poder controlar a saúde pública”. Para José Vieira Dias da Cunha, a aposta tem de ser feita por meio de acções multissectoriais permanentes e não apenas pontuais.

“A França não tem dinheiro ilícito para repatriar”

A França não está na primeira linha para ajudar Angola no repatriamento de capitais ilícitos no exterior, porque a maioria do dinheiro está noutros países. O embaixador francês em Angola, Sylvain Itté, assegurou, entretanto, que, no quadro das organizações internacionais, o seu país pode dar algum apoio às autoridades angolanas. Em entrevista ao Jornal de Angola,  Sylvain Itté disse  que a visita do Presidente João Lourenço a França  permitiu o reforço da cooperação e confirmar a reaproximação com Angola. O diplomata sublinhou a necessidade de se facilitar o acesso às divisas aos estrangeiros que operam no país.

“Angola tem uma economia vibrante”

O antigo Presidente de Moçambique considera “espectacular” o processo de reconstrução de Angola. “Também fiz a reconstrução do meu país, mas a de Angola está a ser um tanto ou quanto espectacular”, afirmou Joaquim Chissano, em entrevista colectiva a jornalistas. O nacionalista moçambicano reconheceu que, apesar dos longos anos de guerra e destruição, o país teve uma “direcção clarividente”, que soube fazer a paz, a reconciliação nacional e dirigir bem a economia, para iniciar o processo de reconstrução. Joaquim Chissano disse ainda que, mesmo com a crise mundial, provocada pelo baixo preço do petróleo no mercado internacional, a ideia de diversificação da economia angolana foi posta sempre em prática. Chissano falou também das experiências do seu país no capítulo das autarquias, da democratização no continente africano, das mudanças políticas que ocorrem em Angola e do processo de paz em Moçambique, sobretudo, depois da morte do líder da principal força da oposição, Afonso Dlakhama.

"Exportamos muita sardinha para a China"

No ano transacto, a pesca superou as previsões: atingiu 530.675 toneladas. O número ultrapassa as metas constantes no Programa Nacional de Desenvolvimento 2013-2017, que fixam as capturas de pescado em 484 mil toneladas anuais. Os dados foram avançados pela ministra das Pescas e do Mar, Victória de Barros Neto, em entrevista ao Jornal de Angola. A governante acrescenta que, relativamente ao processamento,  foram instaladas várias fábricas, com o apoio do sector privado, nos principais centros piscatórios do país, nomeadamente, Benguela, Namibe e Cuanza-Sul. As iniciativas  geraram mais de cinco mil postos de trabalho, directos e indirectos.

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