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Simão Milagres: “As condições nas fronteiras não satisfazem”

O Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) intensificou o cerco aos imigrantes ilegais, com o reforço do patrulhamento no cordão fronteiriço, acção que já frustrou as expectativas de 38.544 cidadãos, só no primeiro trimestre deste ano. No quadro dessas medidas, levadas a cabo em coordenação com outras forças de Defesa e Segurança, foram também registadas 5.218 recusas de entrada e consequente reembarque de cidadãos que se apresentaram sem documentos nas fronteiras nacionais. Os dados são revelados pelo director do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do SME, comissário de migração Simão Milagres, em entrevista à Angop. Nesta entrevista, Simão Milagres faz uma incursão sobre questões relacionadas com o controlo fronteiriço e combate aos ilícitos migratórios, desafios no sector e os projectos em curso para a elevação da qualidade dos quadros e melhoria dos actos migratórios

Felner Batalha: “A reforma da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola é uma realidade irreversível”

O bispo Felner Amarildo Vitomba Batalha é o assessor para os Assuntos Eclesiásticos e Institucionais do bispo Valente Luís Bezerra, actual líder da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola, por força da Assembleia Geral Extraordinária realizada no dia 24 de Junho de 2020, que o elegeu coordenador da Comissão de Reforma da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola.É com ele que o Jornal de Angola aborda, nas linhas que se seguem, o actual momento conturbado que a igreja atravessa.

“Política fiscal expansionista do Governo angolano deu prioridade a grandes investimentos”

Segundo Tobias Maier, em Angola, registaram-se desenvolvimentos encorajadores, que são um bom presságio para investimentos estrangeiros como, por exemplo, o recentemente anunciado contrato de protecção de investimentos com Portugal, as actualizações recentes para rodovias, ferrovias e portos, assim como a nova lei de investimento privado que facilita os investimentos estrangeiros

Virgílio Coelho: “As ideias de Agostinho Neto sobre as línguas nacionais foram drasticamente apagadas”

Antigo vice-ministro da Cultura (2002 a 2008), instituição onde começou a trabalhar em 1975, Virgílio Coelho é dos mais destacados antropólogos angolanos. Leitor compulsivo de livros e jornais, dono de uma biblioteca com mais de 15 mil livros, o também professor da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Agostinho Neto percebe como poucos os fenómenos culturais. Em conversa ao Jornal de Angola, fala, entre outras questões, sobre as suas investigações, o regresso das eleições nas universidades públicas e a forma como as ideias de Agostinho Neto sobre as línguas nacionais foram apagadas. “As ideias sobre as Línguas Nacionais constituem sem dúvida uma das suas marcas, que foram sendo apagadas por posicionamentos de algumas figuras implantadas na função pública e até mesmo no partido - MPLA e alienadas negativa e drasticamente pela Constituição de 2010”, diz o autor de uma rica obra sobre História e Antropologia Cultural .

Galvão Branco: “OGE revisto permite atenuar efeitos do crescimento económico negativo”

Galvão Branco entende ser justa a revisão do OGE/2020 resultante da contracção das receitas fiscais provenientes do sector petrolífero e num momento particularmente difícil decorrente do impacto da pandemia de Covid-19 na economia nacional. Para o consultor económico e financeiro, é um exercício de grande mérito e conforto, já que perante um quadro adverso, assegura algumas prioridades e atenua os efeitos do crescimento económico negativo, apesar dos cortes efectuados em alguns sectores produtivos

Vera Daves de Sousa: “Passamos a viver dentro das nossas possibilidades”

Começa amanhã a discussão na Assembleia Nacional da proposta de revisão do OGE-2020. Por isso, este foi o pretexto para a conversa com a Ministra das Finanças. Vera Daves de Sousa fala de um OGE-2020 revisto pragmático e realista, fruto dos cortes que foram introduzidos no programa de investimentos públicos. O tema da dívida pública absorve, entretanto, a preocupação das Finanças Públicas.

Fernando Pacheco: “O sector agrícola tinha condições para ser dos melhores estruturados e equipados em África"

Em entrevista ao Jornal de Angola, o agrónomo, conselheiro do Presidente da República, Fernando Pacheco, considera importante revelarem-se os gastos de mais mil milhões de dólares em projectos não estruturantes que praticamente não trouxeram nenhum benefício para o país. Com esse dinheiro, Angola teria um dos sectores agrícolas melhor estruturados e equipados do continente. Denunciou ainda a existência de lobbistas fortes na importação de alimentos, pois continua a verificar-se a fruta importada nas grandes superfícies comerciais, quando nada o justifica

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